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segunda-feira, 6 de abril de 2020
 
 
 
Primeira Página

A Sua Majestade o Rei Mohammed VI, que Deus o assiste, apresentou um discurso, sexta-feira, pela qual o Rei chamou a comunidade internacional para que se especifique, claramente, os responsáveis que obstruam o processo de negociações sobre o Saara marroquino.



O Rei apela à comunidade internacional a especificar claramente os responsáveis pela obstrução do processo de negociação sobre o Saara

A Sua Majestade o Rei Mohammed VI, que Deus o assiste, chamou a comunidade internacional, no seu discurso real para que se especifique, claramente, os responsáveis que obstruõem o processo das negociações sobre o Saara marroquino.

Sua Majestade o Rei endereçou um discurso real a nação na noite de sábado, pela ocasião do trigésimo quinto aniversário da Marcha Verde " Ele considera a posição clara do  Marrocos perante um diálogo realista que promove, face aos inimigos da nossa integridade territorial que visam dissimular suas responsabilidades objeto das manobras hostis contra o ideal progresso da iniciativa de autonomia. "

"Diante disso, o Soberano salientou que  a comunidade internacional precisa determinar, de forma clara e explícita, os responsáveis da obstrução do processo de negociação, tratando dos adversários do Marrocos que insistem a prejudicar este processo, criando obstáculos e divisão, ao invés de um diálogo dinâmico e harmonioso".

A Sua Majestade acrescentou que o Marrocos que exerce a sua soberania sobre todo o seu território se compromete com responsabilidade legal e internacional, sem qualquer ambiguidade ou dissimulação a continuar no processo de desenvolvimeto,  denunciando a promoção de falsas desinformações sobre a existência das chamadas zonas "sob controle" na linha leste da defesa que todo mundo conhece sua natureza pacífica e a sua finalidade real.

A sua Majestade O rei insistiu que o Marrocos não permitiria a violação, a alteração ou levantamento de qualquer dúvida sobre a marroquinidade destas áreas, ou tentar traumar qualquer provocação para impor um facto consumado ou alterar o “status quo”.

Assim a Sua Majestade o Rei acrescentou que os marroquinos comemoram, hoje, o trigésimo quinto aniversário do triunfante Marcha Verde, com compromisso firme diante de um dinamismo renovado para as iniciativas participantes que refletem o significado da marcha. Como um processo de desenvolvimento, de democracia e de uma vontade inovadora ", tendo em topo destas iniciativas o plano de autonomia com uma decisão de mudança. Ela  ultrapassou a fase do consenso nacional e do apoio da comunidade internacional, tornando-se  objeto de uma larga resposta que transforma os campos de Tindouf ".  E uma ruptura com as abordagens inaplicáveis da Organização das Nações Unidas, pois trata de  um processo positivo e realista a favor de negociação.

A Sua Majestade o Rei concluiu dizendo que o Marrocos mantém o seu compromisso para com a legitimidade nacional e internacional, continuando a cooperar de forma séria com o Secretário-Geral das Nações Unidas e do seu enviado pessoal, para encontrar uma solução política definitiva para o conflito artificial e regional, com base na iniciativa de autonomia.

A seguir o discurso integral:

"Louvado seja Deus tudo poderoso,

Que a paz e as bênçãos estejam com o Mensageiro sua família e seus companheiros.

Meu caro povo,

Comemore hoje o trigésimo quinto aniversário da  triunfal Marcha verde, com um compromisso firme refletindo   um dinamismo renovado, diante das iniciativas participativas e avançadas,  caracterisadas pelo desenvolvimento  democrático e continuidade.

Na frente destas iniciativas o plano de autonomia como uma virada decisiva, ultrapassando a fase do consenso nacional, e o apoio da ONU para se tornar objeto de questionamento e resposta como esperança no meio dos campos de Tindouf.

Ele permitiu também uma ruptura com as abordagens ditos inaplicáveis das Nações Unidas, abrindo um  caminho positivo e realista para a negociação internacionalmente.

A medida que a posição do nosso país é clara, promovendo o  diálogo, os adversários e os inimigos da nossa integridade territorial buscam dissumular suas responsabilidades com  manobras contra a dinámica lançada graças á iniciativa de autonomia.

Assim, a comunidade internacional deve determinar, de forma clara e explícita, os responsáveis que obstruam o processo de negociação. Aqueles que são contra o Marrocos, provocando inércia e intransigência, bem como a divisão, em vez de promover o dinamismo, o diálogo e a harmonia.

O tempo da evasão contra a responsabilidade foi e o momento da verdade chegou para revelar à comunidade internacional sobre a situação de violação de nossos filhos nos campos de Tindouf, diante da repressão, da intimidação, da humilhação e da tortura, desrespeitando aos princípios básicos do direito internacional humanitário.

Confrontando com esta situação trágica, os leais súditos dos campos, homens, mulheres, idosos e crianças  denunciam a situação degradante da opressão e da tirania. Isso reflete positivamente, apesar das restrições e o cerco imposto, o regresso dessas pessoas a sua terra natal, Marrocos, em resposta à iniciativa de autonomia, como projecto regional avançado.

Chamando a atenção da comunidade internacional, das Instituições dos direitos humanos sobre a situação inaceitável e inequitável, tratando com indiferença ou com preconceito á questão, diante de um tratamento  estranho jurídicamente,  humanamente trágico e politicamente inaceitável.

Apelando também para que elas assumam a responsabilidade diante da persistência da Argélia, violando as convenções internacionais em matéria de direito humanitário. Obstinando-se de forma anormal e inegualável, recusando o Alto Comissário da ONU para os Refugiados a proceder ao recenso das pessoas nos acampamentos e sua proteção.

Aqui afirmamos que nunca abandonarmos nossos leais súditos nos  campos de Tindouf ou onde quer que estejam. Nem poupar esforço para garantí-los seus direitos fundamentais, liberdade de expressão; de movimento, para regressar a sua pátria.

Manifestando assim a nossa rejeição diante da flagrante exploração dos adversários o clima de liberdades,  no qual gozam as pessoas no nosso país, para minar a situação, ameaçando a unidade e a integridade territorial; insistindo que não deixaremos para que seja atraplahar o processo democrático do nosso país.
O Marrocos, que exerce a sua soberania sobre todo o seu território, está empenhado com responsabilidades legais internacionais, sem ambiguidade ou confusão,  denunciando a falsa propaganda da existência das chamadas zonas "sob controle"  linha situada na leste do ponto da defesa. O qual todo mundo conhece a sua função  pacífica e  principal finalidade.

Não permitirmos que o nosso país esteja objeto de qualquer violação, alteração  ou  suspeitas da marroquinidade destas áreas. Pretendendo impor um facto consumado ou alterar o “status quo”.

Diante disso, o Marrocos é compromitido  com a legitimidade nacional e internacional, pronto para cooperar com o Secretário-Geral das Nações Unidas, e seu enviado pessoal, com vista a encontrar uma solução política definitiva contra este conflito artificial e regional, com base na iniciativa de autonomia.

Meu caro povo,

Seja qual for a evolução positiva da nossa causa nacional, temos que acompanhar as transformações, ganhar  batalhas, enfrentar desafios com ações integradas e estratégicas, as quais tinhamos anunciadas  no discurso anterior da Marcha Verde.

  Primeiro: A regionalizalão avançada a qual lançamos suas obras cuja regiões do sara serão na frente, envolve a expansão da governação regional e a gestão democrática, bem como a promoção dos direitos humanos através de mecanismos regionais e locais, respondendo as espectativas de região a ser na vanguarda do processo de desconcentração.
 
Segundo: A reestruturação do Conselho Real Consultivo para os Assuntos Saranianos, a tratar em breve, se Deus quiser, com a preparação de um Decreto Real objeto de um novo Conselho, o qual será implantado, conforme as seguntes reformas:

* Democratização da sua estrutura: Tornando-o moderna e com entidades representativas como “Chouiuks” nvos elitos e personalidades,  especialmente da sociedade civil local, dos protetores dos direitos humanos tanto da juventude como das mulheres, além de todas as forças produtivas seja os repatriados ou os marroquinos residentes no exterior.

* A adoção da boa governação:
Garantindo a professionalização e a racionalização das estruturas e métodos da gestão do Conselho.

* Estender as perrogativas para  incluir, nomeadamente, as funções de representatividade e do desenvolvimento, bem como a mobilização nacional e internacional em prol de conseguir a reconciliação de todos os filhos do Saara marroquino.

  Em relação ao terceiro eixo,
Trata da reestruturação da Agência de desenvolvimento das províncias do sul, pela qual tomamos as seguintes decisões:

* O primeiro ponto é referente a precisão e delimitação do poder de influência desta Agência na área de Saklia Al Hamra e Ouadi Dahab, envolvendo as  funções de desenvolvimento humano e programas locais como o emprego para os jovens, e possiblitando uma integração com justiça social, para os saranianos repatriados.

* O segundo ponto está relacionado com a criação de uma nova agência e igual, sendo que a sua competência envolve as demais regiões que pertencem,  atualmente,  a Agência de Desenvolvimento das províncias do sul, bem como outras províncias desta região, para continuar a promover o seu desenvolvimento; implementando os projetos de desenvolvimento, em consideração a posição desta Agência junto a Sua Majestade, exortando o governo a tomar as medidas cabíveis e urgentes para executar esses resoluções.

  Em relação ao eixo desta estratégia que envolve o dever de continuar com a mobilização popular e o apoio dos incansáveis esforços da diplomacia oficial, insistindo sobre a necessidade de promover iniciativas paralelas, tratando de iniciativas parlamentares, partidárias e dos  direitos humanos e  associativas e mídia tendo em vista defender a justiça da nossa causa.

Fieis para isso e para o espírito do criador da Marcha Verde, meu  reverenciado pai, Sua Majestade o Rei Hassan II, que sua Alma descanse em paz, rogando para todas as almas dos combatentes e mártíres da integridade territorial; lembrando pelos esforças dos militares e dos poderes da segurança que sacrificam pela segurança e harmonia; Pedindo a Deus que abençoe todos e que nosso caminho de desenvolvimento progresse, em prol da unidade da pátria e da dignidade do cidadão.
Que a paz e a misericórdia de Deus e as bênçãos estejam com voceis"

“Wassalam Ualaikum Ouarahmata AlLah Taala Ouabarrakatuh”
Fonte: Map
Noticias sobre o sara ocidental/Corcas

 

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