الـعـربية Español Français English Deutsch Русский Português Italiano
segunda-feira, 6 de abril de 2020
 
 
 
Primeira Página

  O senhor, presidente do Conselho Real Consultivo para os Assuntos Sarianos, Khalihenna Ouald Errachid , recebeu nesta sexta-feira em Rabat na sede do Conselhor Real consultivo para os assuntos saranianso o Alto Comissário da ONU para os Refugiados, Antonio Guterres, que está atualmente em Marrocos para uma visita à região. A qual levou-o aos campos de Tindouf leste da Argélia, e Argel capital deste país.



As discussões levram sobre os desdobramentos da questão do sara, da iniciativa marroquina de autonomia para as províncias do sul, bem como sobre a relação com o Escritório do Alto Comissariado para os Refugiados no Marrocos. Além disso foi tratado sobre o estatuto dos cidadãos marroquinos detidos nos campos de Tindouf, e o destino da ajuda humanitária, diante da Argélia e da Frente Polisário que recusam a permitir que o HCR e as organizações humanitárias internacionais possam recensear os detidos em campos de Tindouf.

António Guterres declarou, para os canais da TV nacionais, quinta-feira, que a Comissária junto aos Refugiados tem diminuído a quantidade de ajuda humanitária aos campos de Tindouf para 90 mil pessoas, invés de 158 mil pessoas.

Acrescentando que "Reduzimos o alimento com base em estimativas disponíveis que temos que informou que os números fornecidos pelas autoridades argelinas", destacando que "tem sido que foi criticada a decisão que foi tomada, e para modificá-la  precisa ser feito o recenseamento sem ter nada ver com o processo político."
 
Ele tem dito ainda que "para alterar a actual situação ( reduzindo à ajuda), isso se decida com base nas estimativas do Alto Comissariado para os Refugiados. Tal procedimento do recenseamento do povo não pode envolver-se com a política", aclariando que a Argélia ja recusou o resenseamento nos campos de Tindouf e ela tinha fornecida à Comissão, contudo, uns números que ultrapassam as estimativas da Organização das Nações Unidas.

Ele tem indicado num comunicado junto à imprensa  que "A Argélia pediu o aumento da ajuda aos campos de Tindouf, mas o HCR da ONU respondeu para aumentar a ajuda depende recenseamento  do povo nesses campos."

E ele tem lamentado que a "Argélia tinha oposta sobre o recenseamento", frisando que "a Comissão da ONU também não alterou suas estimativas quanto ao número de pessoas residentes nos campos de Tindouf" (90 mil em 2005).

O Sr. Guterres tinha declarado  para a televisão nacional na quinta-feira que o Alto Comissário para os Refugiados, reduziu o volume de ajuda humanitária para os campos de Tindouf que contam com 90 mil pessoas contra 158 mil pessoas.

Por esse motivo foi enviada, anteriormente, uma carta pelo Presidente do Conselho, Sr. Khalihenna explicando ao Sr. Guterres a situação humanitária da população dos campos de Tindouf no dia 30 de  janeiro 2007, onde ele tinha aclariado sobre o plano da Frente Polisário e da Argélia, e sobre o número das pessoas em campos e as pretenções face a ameaça de repressão e da fome. Destacando que a existência dos campos está sendo utilizado como forma para exploração e desviar os alimentos, trantdo disso como um meio ou uma " desculpa para aproveitar a ajuda e assistência internacional. Na realidade sem esses campos não terá nenhuma existência para a Polisário. Por essa razão essa ajuda tornou-se uma questão  política e comercial."

O senhor Khalihenna frisou na carta que ele endereçou ao Programa Alimentar Mundial, e onde ele desevenda o plano do Polisário e da argélia que  exagerou o total das pessaos nos campos e suas pretenções relativas ao perigo da fome.

Acrescentou nesta carta ainda que o programa de alimentação internacional tem sido utilizado por mais de 30 anos, para a população nos campos de Tindouf mas ela está sendo utilizado "como uma ferramenta para troca e de comércio e como um meio lucrativo que  gera renda e forma de contribuição inesgotável de benefícios a favor de alguns líderes do Polisario,  comercializando esses alimentos nos difrentes mercados   como na Mauritânia, na Argélia e no Mali."

O presidente do Conselho solicitou nesta carta junto ao comissário para os refugiádos para continuar com a ajuda sem interrupção, mas a condição que os alimentos cheguem as própias pessoas a qual foi destinada.

Rebatendo que isso é possível só graças a supervisão direta do HCR e do "Bam" que faz a distribuição junto à população dos campos, e possiblitando um recenseamento honesto das pessoas de forma elegível e forçando assim a Polisário para permitir que os menos favorecidos possam regressar às suas casas, e não sejam  usadas como uma arma política ".

O Alto Comissário da ONU para os Refugiados se reuniu na quinta-feira passada  com o primeiro-ministro Abbas El Fassi, o ministro do Interior, Chakib Benmoussa, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Sr. Taieb Fassi Fihri, ministro da Justiça, Abdul Al Wahid-Radi, o presidente do Conselho Consultivo para os Direitos Humanos, o Sr. Ahmed Herzenni.

Por fim foi na sede do Conselho onde participaram os seguintes delegados, o secretário-geral do Conselho, Dr. Maouelainin Khalihenna Maalainan, o Vice-Presidente do Conselho, o Sr. Khadad Moussaoui, o Sr. Moghaizlat Moulay Ahmed,  bem como o membro do Conselho, o Sr. Omar Hilal, e o embaixador representante e permanente do Marrocos junto às Nações Unidas a Genebra.

Fonte: CORCAS
(Notícias de interesse para o Saara Ocidental)

 

 Este site não será responsável pelo funcionamento e conteúdo de links externos !
  Copyright © CORCAS 2020