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sexta-feira, 7 de outubro de 2022
 
 
 
As Sessões

Os trabalhos da segunda sessão comum do Conselho Real Consultivo para os Negócios Sarianos (CORCAS), abertos segunda-feira manhã à Smara, têm retomado hoje as portas fechadas.



Aquando da conferência de imprensa que seguiu a sessão de abertura o Presidente do CORCAS, o Sr. Khalihenna Ould Errachid afirmou, que o Marrocos está a desenvolver as disposições necessárias para a gestão do regresso colectivo dos sequestrados marroquinos de Tindouf e o seu acolhimento nas melhores condições.

O Sr. Ould Errachid sublinhou que vários indicadores revelam as ausências de perspectivas para "polisario", mais particularmente após o congresso paralelo reunido por vários dissidents na região de Gjijimet, não distante de Tifariti.

Cumprimentou, à esta ocasião, os participantes a este congresso que reuniu as bases populares do Sahraouis sequestrados nos campos de Tindouf e pertencendo aos diferentes tribos e, para a sua coragem em frente as conspirações e de operações de "polisario" que os manipulam.

Durante esta conferência de imprensa, celebrada na presença de várias dezenas de jornalistas nacionais e internacionais, procedeu-se à distribuição de um folheto difundido à Tindouf pelo grupo "jovens partidários do regresso e para o apoio da autonomia" e no qual pede o levantamento do bloqueio que golpeia os campos e o regresso à Mãe Pátria, atribuindo à direcção "polisario" dos sofrimentos que suportam os sequestrados nos campos.

O Sr. Ould Errachid considerou que as últimas ameaças "polisario" de retomar as armas são apenas a expressão "do desmoronamento total deste movimento", considerando que a última palavra relativa a esta decisão não pertence ao "polisario", que não dispõe de materiais militares, nem bandos e da qual a moral dos membros está ao mais baixos.

Minimizou a importância pretendido do 12.o congresso de "polisario", na zona tampão de Tifariti que não conheceu a participação de personalidades de pesos aos níveis internacionais e regionais.

Tratando se do terceiro arredondamento das negociações previsto de Manhasset no início do mês de Janeiro próximo, o Sr. Ould Errachid afirmou que o Marrocos pode negociar apenas com base na proposta de autonomia que recolhe um largo apoio internacional.

Chamou a direcção do "polisario" de tirar os ensinamentos dos longos anos de sofrimentos e de dramas que viveram os campos de Tindouf devido ao statu quo.

O presidente do Corcas convidou igualmente os membros desta direcção a inspirar-se junto da experiência dos seus antepassados, quedam através os anos apesar da dura vida que elevam levam ligados aos Soberanos Alaouites pelas relações do Beia, contribuindo assim para forjar a história do Marrocos liso e para realizar suas glorias conquêstas e participando na luta contra o ocupante.

O Sr. Ould Errachid pôs em guarda a direcção de "polisario" contra a gravidade do pensamento dictatorial, totalitário, separatista e anacrónico do qual ele é portador, pensar que a história real do Marrocos é estrangeira, pensado que a história real do Marrocos é estrangeira, o recorrente é chamado a abandonar-o e reencontrar a razão.

O presidente do Corcas, por outro lado, indicou que a Argélia apreende as negociações de Manhasset perante as suas posições já conhecidas, considerando que a posição de Argel poderia alterar face ao processo de desmoronamento que vive actualmente "polisario".

Durante esta conferência de imprensa, tida na sede do Conselho municipal de Smara, na presença do secretário geral do Corcas, do Sr. Maouelainin BEN KHALIHANNA MAOUELAININ e vários membros deste Conselho, do Sr. Ould Errachid reafirmou que a autonomia das províncias do Sul do Reino, sob soberania marroquina, reside a solução ideal à questão do Sara e permitirá pôr termo aos sofrimentos dos sequestrados nos campos de Tindouf e assegurar a dignidade dos cidadãos marroquinos sahraouis onde que eles se encontram.

Fonte: MAP

Actualidade relativa à questão do Sara ocidental

 Senhor Khalihenna Ouald Errachid diante de uma Conferência jornalística

Depois que for feita a abertura da sessão dos trabalhos, o senhor Khalihenna Ouald Errachid acompanhado com o Doutor Maal Al Ianan, Secretario Geral do Conselho real para a sede da prefeitura da Smara. Tendo em vista presidir uma conferência jornalística organizada pela ocasião. Na qual o senhor Khalihenna Ouald Errachid declarou que o Marrocos faz preparações necessárias para lidar com a volta de grupo de pessoas marroquinas detidas em Tindouf e serem recebidas em boas condições.

O senhor Khalihenna Ouald Errachid aclarou sobre as fortes indicações que revelam os horizontes. Tratando dos obstáculos que enfrentam o Polisario. Inclusive diante do Congresso que coincide com a frente do polisario na região de Kjijimat próxima de Tifariti, pela ocasião o senhor Khalihena saúda todos os participantes neste congresso incluindo a base popular saraniano detidos nos campos de Tindouf. Envolvendo as tribos dos diferentes ramos saranianos que manifestam muita coragem diante dos congressos e manifestações e face as manobras e os manipuladores das ações do polisario .
 

Durante esta audiência jornalística que contou com a presencia de dez jornalistas de diferentes grupos representando a mídia nacional e internacional. Foi distribuído folhetas em tindouf por parte denominado  “ Jovem, volta pelo sucesso do plano de autonomia” no qual eles pedem o fim do bloqueio e a volta para a pátria, Marrocos. Que o polisrio assuma a responsabilidade diante do sofrimento que vivem os saranianos detidos nos acampamentos de Tinfouf.

O senhor Khlaihenna Ouald Errachid considera que a chamada do polisario ultimamente para voltar para levantar a arma, aquilo na verdade é uma expressão de uma fase de degradação geral a qual se encontra a frente do polisario. Acrescentando que a decisão  motivado para retomar as armas não é na mão do polisario. Ele não possui material de guerra nem guerreiros. Em fim não tem treinamento e o seu organismo sofre de degradação geral, também.”

Ele ainda disse sobre a importância do décimo segundo congresso do polisario na região isolada de Tifariti, considerando esta decisão como um insucesso, porque não contou com personalidade equilibrada em nivel mundial e regional. Salvo uma delegação argelina que apóia o polisario, além de alguns representantes dos partidos políticos, da África do sul e de Cuba que o apóiam, bem como algumas organizações não governamentais como Itália e Espanha.
Em relação a terceira Rodada das negociações previstas no inicio do próximo mês em Manhassat, o Presidente do Conselho Real consultivo para os Assuntos saranianos tem dito que o Marrocos não pode negociar a não ser a partir e conforme o plano de autonomia que obtive o amplo suporte  mundial.

Ele chamou a frente do polisario para tirar a lição dos longos anos decorrentes dos sofrimentos e obstáculos nos acampamentos de tindouf, em razão da situação sem saída.

Além disso, ele chamou os membros desta liderança para tomar consciência da experiência de seus filhos e dos antepassados que ficaram  durante suas vidas ligadas com a lealdade e fidelidade dos reis alauitas. Eles contribuíram para fazer a historia do Marrocos unido conforme forças históricas, participando  assim na defesa contra o colono.

O senhor Oulad Errachid denunciou aquilo que eles defendem com idéias ditatoriais e global que visa a separação.  Aquilo que não detem nenhuma verdade da historia do Marrocos sobre a sua aliança com a verdadeira versão, chamando eles para renunciar a este pensamento e ideologias e voltar para o real.

Em relação a posição da Argélia das negociações, o senhor Khalihenna Ouald Errachid anotou que Argélia acompanha essas negociações a partir dos seus sítios conhecidos. E possível mudar essa posição a luz das divergências que vive o polisario atualmente.
  

Por fim o senhor Khalihenna Ouald Errachid insistiu durante esta audiência jornalística realizada na sede do conselho  da prefeitura de Smara, com a presencia do Secretario geral do Conselho Real Consultivo para os Assuntos saranianos, bem como um grupo de membros do conselho, que o plano de autonomia para as províncias do sul, sob a soberania do reino do Marrocos, constitui uma ideal saída contra o conflito do sara, permitindo acabar com o sofrimento dos acampados em Tindouf, garantindo a dignidade para todos os cidadãos marroquinos saranianos onde que eles estejam.    
A seguir o texto completo desta audiência jornalística:

Apresentação do senhor Presidente:

A Smara é a cidade que organiza essa sessão e ao mesmo tempo foi uma oportunidade para aclarar todo o que precisa ser aclarado, em relação as algumas interrogações, sobre o sara. ou ainda corrigir algumas informações  relativas às situações e às condições decorrentes das tribos alinhadas ao polisario. Isso foi tratado  no congresso de Kjigimat na preferia de Tifariti. Aquilo decorreu  pela primeira vez desde 1975 numa divisão no seio do movimento.  Embora que a idéia de um congresso não se baseou  no comportamento do polisario ou na sua liderança, a questão refletiu a divisão que aparecia  na sua estrutura. Bem como em relação a tribo que revela as criticas. 

Para isso  existe um grupo separado da região, como caso no norte da Mauritânia. Razão pela qual  jornalistas tratam de fazer contatos via  canais  respeitáveis da região expressando o apoio a favor do plano de autonomia, apresentando-o como um  meio para ajudar a frente nessa situação e nessas condições, nas quais  a Frente do polisario envolveu em Tifariti, e sobre a qual podemos dizer algo que não possuem e sobre as etapas e para isso abrirmos a sessão das perguntas, uma de direita e outra do lado oposto:    

Pergunta: Queremos que você nos dê mais esclarecimentos sobre o congresso de Kjijimat e a divisão e se vocês detêm uma iniciativa para proteger essas pessoas caso forem atacadas?

Khalihenna Ouald Errachid: Para não esquecer essa pergunta que é um eixo e importante. Deixa-me responder. O congresso de Kijijimat,  quanto ao seu resultado que continua até agora no cenário do congresso do Kijijimat trata de uma região a 20 km oeste  e sul da Tifirati. Isso quer dizer que ela é situada na fronteira com Mauritânia no oeste e Tifirati no sul.

O congresso aconteceu no dia 14 mas esse congresso foi feito na margem da fronteira do Marrocos com a Mauritânia. Tratando de tendas que foram colocadas na margem que contam com as autoridades da Mauritânia representadas no governador, Aum Karin , situado a 200 km do mesmo sitio.  Uma decisão anulou o congresso principalmente quanto as tendas, autorizando para desfazer das ditas tendas com base no  que foi dito sobre a Mauritânia, porque teme envolver num conflito na região. Enquanto que a guarda real interveio para dispersar as tribos, os jornalistas tentam fazer contato.

O canal Al Jazira tentou fazer uma reportagem na região e o canal Arábia, além do canal Al Hurra que aproveitaram a oportunidade para entrar a 500 km de Zouirat.  Tal  região preocupa com as condições de segurança que são muito difíceis. A pesar disso as tribos continuam  na região, e naturalmente, porque nos estamos se preparando para entrar em contato com esses irmãos. Eles revelaram uma decisão que se chama decisão Kijijimat, a qual foi publicada, ela reflete bem o apoio contra o sofrimento que vivem e a denuncia a abordagem política do polisario. Diante disso nos estamos preparados para fazer a proteção dessas pessoas como indivíduos e grupos para trazê-los de volta a pátria.

Naturalmente, esse processo será feito de forma abrangente. Mas isso precisa de preparação e organização em termos materiais, recursos humanos e logísticos. Porque eles estão sob nossa proteção e nos estamos em constante contato. Nos acreditamos neles e eles mesmos acreditam como conhecidos da região e trabalham na região  e em fim eles que controlam a região. E essas pessoas que organizaram esse congresso. Eles são descendentes das tribos seguintes: Tribo dos Al Chaouahid Al Arkibat Al Saouahid, Tribo Al Arkibat Aoulad Mussa, tribo Al Arkibat Aouald Al Chiq, Tribo Al Arkibat Aouald Daoud, A tribo Aouald Adlim e tribo Aoulad bem Sbah.

Ai foi decidido interditar aqueles que não detêm uma autorização, como você conhece,  os campos de Tindouf contêm pontos de observação na fronteira com Mauritânia- argélia e Marrocos. Trata de uma região de entrada, qualquer um pode intercepta outro nesse lugar ou quando  passar pela região, ele  será parado ou proibido de entrar.

Eles impediram assim as pessoas a fazer o apelo das tribos nos campos. Essas foram proibidas de participar e elas que distribuíram as folhetas e informativas durante os três dias passadas. Entre essas publicações, a publicação da noite de ontem, e naturalmente,  trata de uma copia da publicação, a qual será enviada a imprensa da Agência Al Anbal    ( Leitura do texto da publicação), isso foi recebido ontem em prol do direito dos campos.

A frente do polisario tomou as seguintes decisões  principais,  primeiro é de impedir as pessoas de deixar os campos e o segundo colocar um bloqueio militar régido sobre as classes diante do congresso de Tifariti, com vista a impedir qualquer interferência ou ainda destruir, como foi observado nas manifestações diante do congresso de caráter militar, porque isso decorre das situações críticas anteriores.

Agora a situação na região é das tribos. Elas estão em diferentes lugares e nos conhecemos de forma geral onde elas estão. Nos estamos preparados e de forma logística para fazer face à volta  dessas pessoas com apoio a suas famílias, esposas e filhos. Porque eles continuam nos campos, mas num estado de desespero. Anotando se eles voltarem um por um e junto com uma parte da família ou podem quere ficar ai até que voltassem todos juntos com suas famílias os campos.

E diante desta situação, precisa intervir para evitar o caos na região não só nos campos, mas também na região de Tifariti e no Kachkat, naturalmente, face a isso, tratamos de levar os alimentos e assistência para essas pessoas, principalmente a assistência necessária  que precisamos de levar seja via os meios de comunicações que possam divulgar o sofrimento deste povo através o mundo.

Pergunta: Hoje nos entramos numa fase que nos interessa para acabar com outra parte. Podendo aproveitar essa oportunidade  histórica oferecida  para a frente do polisatio ou para os habitantes que eu digo a eles que estão sem liberdade de tomar uma decisão

Khalihenna Ouald Errachid: Porque eu disse que a autoridade não tem liberdade na tomada de decisão, e as pessoas não são livres no que diz respeita a participação na tomada de decisão.
Qual é a pergunta

Pergunta: Foi realmente a reunião do conselho consultivo

Kahlihenna Ouald Errachid: O conselho Real consultivo, eu não quero que os jornalistas erram no nome do conselho, o seu verdadeiro nome é Conselho Real Consultivo e não Conselho consultivo porque real é a principal palavra nisso.

Pergunta: A chamada é um apelo para o polisario, para aproveitar essa oportunidade histórica relativa ao projeto marroquino e isso é antes de realizar a terceira rodada de negociação.
Khalihenna Ouald Errachid: Sim, quero dizer que nos, se Deus quiser, sairmos com o apelo de Smara com uma palavra que eu queria aclarar para nossos irmãs.

Porque existe um problema. O polisario é uma organização que detem uma liderança mas essa liderança se degradou face a qualquer tomada de decisão. Tratando das pessoas que se encontram em Tindouf. Essas pessoas querem que o Polisario toma uma decisão nas negociações de forma positiva. E a frente negocia em relação a realização do plano de autonomia. A frente detem outras frentes mas é lá onde esta o problema. Tal é  o motivo do congresso de Kjijimat, cujas as pessaos nos campos  denunciam a atual liderança da  Frente do polisarto por não ser  apta para aprovar o plano de autonomia.

Pergunta: Para não ignorar alguns dados foi observado nos últimos anos a existência de uma política argelina na região, e ela que apóia o polisartio, o qual ameaça  e intimida,    com o geito de retomar as armas,  enquanto o Marrocos  trata com uma política pacífica e diferente.
Vocês acreditam que o Marrocos envolve com as negociações  como forma política para resolver o problema de forma pacifica.

Khalihenna Ouald Errachid: Primeiro quero dizer o seguinte que a questão de intimidação com a guerra é uma besteira, ninguém acredita nisso. Eu confirmo a vocês que polisario  não detem nenhum meio para declarar a guerra. Isso é uma questão diplomática direcionada para enganar a comunidade internacional, principalmente a ONU. Confirmando que a polisatio não tem condições financeiras, nem materiais, nem humanas e nem psicológicas necessárias para entrar numa guerra. A não ser se ela quer aventurar-se numa guerra de suicídio.

A decisão de guerra não pode ser unilateral da frente do polisario, então a idéia de uma guerra, eu pessoalmente, não acredito nela e não dou a mínima importância porque faz uma parte de uma propaganda psicológica direcionada contra o Marrocos e contra as Nações unidas. Trata de uma besteira porque a unidade do polisario em termos militares não tem base existente. O movimento existe só formalmente e não detem membros necessários para fazer uma guerra nem em termos de treinamento ou materialmente, ou na contingente, ou ainda em termos de planificação ou nas condições psicológicas.

Como a frente do polisario pode declarar uma guerra, e ela encontra-se numa situação degradante em termos de unificação interna e diante da divisão sobre vários pontos como assunto de alimento. Pois o polisario é agora em degradação política e diplomática. Motivo pelo qual as pessoas ficam com miedo.
Então, eu não acredito neste assunto. Tratando de uma clara propaganda, e eu peço aos jornalistas para não ir atrás, o argumento disso é que o senhor Mohamed Abdel Aziz, ontem, tem dito, nos a questão da guerra não é uma opção, mas isso deve ser objeto do consenso e eventualidade. A frente do polisario não detem nenhum meio nem condição  para declarar uma guerra contra o Marrocos numa hora nem hoje nem no futuro. 
 

Pergunta: O que fará o Marrocos, se o congresso do polisario ficasse na sua posição atual posição em relação a essa abordagem, perguntando se o Marrocos ficara assim por sempre, ou existe outras formas ou canais que podem fazer a pressão, sobretudo que a questão trata do futuro de milhares de pessoas detidas e que querem voltar para seu pais?
 

Khalihenna Ouald Errachid: Primeiro a resposta desta questão foi antecipada. Estamos numa fase de confusão decorrente da propia existência do polisario. Agora existe uma divisão no seio da frente do polisario e esta divisão, como eu disse, sua origem é a população. Não trata de uma pessoa só contra a frente do polisario mas de muitas pessoas insatisfeitos por razoes especificas.

Então trata de uma confusão que exerce uma pressão dentro da Frente do polisario,com toda força. Isso pode acarretar condições para exercer ainda mais pressão dessas pessoas sobre a frente. Isso resultara em flexibilizar a posição ou até levar a negociação, claro se for seu objetivo chegar a uma solução, mas se o objetivo da frente fosse ganhar o tempo ou provocar manifestações ou ainda aceitar ajuda de outras partes, contra os interesses dos saranianos. 

Se persistir nisso, naturalmente, a divisão tomara outras  dimensões  mais amplas,  afetando  a base popular em Tindouf e a liderança, isso levara a uma guerra civil dentro da frente do polisario.

Pergunta: O senhor Presidente, você disse na sua palavra de abertura, que vocês discutiram o projeto de autonomia, esperando que na próxima rodada em Manhassat seja uma oportunidade para mostrar, a verdadeira, a boa intenção diante dos aversarios da unidade territorial.
Perguntando se você tem otimismo que essas pessoas sejam honestas diante de Allah.
 

Khalihenna Ouald Errachid: Existir esse otimismo porque também na liderança do polisario é uma parte conhecida em termos históricos. Aqueles que dizem que a abordagem a qual esta indo as opções após Manhassat I e Manhassat II, é sem resultado. Existe na Frente uma confusão no seio da liderança. Isso é meu ponto de vista. Não existe muitas pessoas que apóiam a decisão final do polisario.  Se essas pessoas tomam o comando da liderança, no dia seguinte, quer dizer dia 18, haverá uma parte da liderança que tendera a apaziguar se foram eliminados da liderança. Isso mostrara que o sentido agora é da antiga abordagem.

A frente do polisario é dividida entre duas partes: entre uma parte submetida a influencia de informação daqueles que os envolvem neste sentido, e aqueles que os apóiam para ficar nisso, e entre outra parte que aceita a vontade do cidadão para  entrar nas negociações de maneira real par acabar com o problema.

Aqui onde existe o problema, não existe quem toma a decisão neste sentido.
Então a indicação para mim, se eu for visto no dia da manha pela noite que as pessoas que falem com ela, dizendo para mim, que elas são cidadãos, mas elas não se agarram embora o verdadeiro caminho, se forem aceitos no comando ou chegarem perto, virariam como trabalhar neste sentido.
Mas as discussões que envolveram dentro entre o comitê presente e demais entidades, todas se degradem dentro da frente do polisario.

Quais são as questões objetivas: Aonde nos estamos indo? Qual é nosso objetivo? Os corruptos serão derrotados? Vocês deixariam isso? Quanto tempo ficariam em Tindouf? Perguntas não acham respostas.

Eles disseram o que eles querem para discutir no Congresso. Pretendo que haja uma atualização mas com isso eu não espero novidades. O dia da manha será o grande pessimismo e insatisfação, e levando no sentido de confusão gradual. Não somente contra a frente do polisario que é uma turma pequena, mas também incluso o fato para destruir as instituições que foram feitas a mais de três décadas.

Pergunta: Então a situação é a favor do Marrocos? 

Khalihenna Ouald Errachid: Naturalmente, quer dizer que o Marrocos não conseguiu desde 32 anos uma grande vitória como essa. A qual esta se realizando não somente no nível interno da região ou na forma da indicação com relação ás tribos e da frente do Polisario que a envolvem,  mas  não somente do lado diplomático. Mas o Marrocos conseguiu com a comunidade Internacional juntos  eles se apóiam graças á proposta de autonomia como saída face á Frente do Polisario e ao lado Argelino que suporta e proteja a Frente contra iniciativas para entrar nas novas negociações.

Pergunta: Que a paz de Deus esteja com você senhor. Presidente do Conselho Real Consultivo para os Assuntos saranianos tem três perguntas, a primeira trata de dizer que qualquer rodada que aconteça, escutarmos os mesmos comentários do senhor, perguntando se os problemas não precisam de algo em vez de aumentar os problemas na região e dar ao conflito aquilo que merece?

Khalihenna Ouald Errachid:  A historia está no seio dos conflitos, dizendo o sara é marroquino ou não é, uma coisa. A história que deve dizer isso. Se o separatismo  é uma  antiga idéia na memória do saraniano. Se os separatistas é um assuntos herdado dos anteriores. Se os separatismo é constituído sobre assuntos reais, históricos e sociais. Se nos formos uma diferente comunidade, se temos uma vontade e temos decisão separada do Marrocos ou não, eu digo isso a aqueles, a todos os outros, não pode construir um separatismo sobre a história  num prazo longo ou curto. Porque o separatismo é a base dos problemas.

Mas esses problemas o que seja o seu nível de gravidades. Isso nunca poderá justificar o separatismo. Isso implica as manifestações e também as revendicações, além das reclamações justificando pelos votos o contrário. Mas isso não transcende ao nível de separatismo. Por isso eu informo Mohammed Abdel Aziz, o qual seu pai é um membro do corças, bem como a todos os saranianos e lideres do polisario onde eles estejam no exercito de liberação ou participaram no combate ‘ Al Ghibua` que é agora o limite de Tifariti onde estão localizados, bem como aqueles que participaram no combate de “ Al Bochira) , informo ainda aqueles que conhecem realmente o meu discurso e o sabem a fundo.


Estudaremos os problemas sociais, trata do ponto o qual eu falei sobre os problemas socioeconômicos e políticos envolvendo os direitos humanos, até la não temos nenhum problema de discuti-los mas desde que cada um conforme seu direito, o separatismo é uma grande  palavra e as outras coisas são exploráveis.
 

Pergunta: Falou sobre a autonomia como a solução ideal para acabar com o conflito no sara, mas deve ser, senhor Presidente, com a conciliaçã integal de todos os saranianos se não pode aplicar a autonomia?
Qual o motivo que a Frente do Polisario reclamar nessa hora a retomada de luta armada?

Khalihenna Ouald Errachid: Em relação á autonomia é na realidade sim, eu sempre digo que a autonomia a si mesma é uma conciliação. A frente do polisario é uma parte integrante do saraniano. Eles reclamaram a separação por razões  você conhece e eu conheço, bem como todo mundo a conhece. Os jovens de Galmim e Tan Tan, esses  perturbaram os jovens de Tan Tan. Tudo é dento da historia.

Foi nos que estivemos com Espanha e eu estudei em Madrid, também  presidi Al Youniss, me propuseram um Estado e eu disse não. Eu não quero a separação nem quero a incorporação para Marrocos junto àqueles que ficaram com Mohammed V. Contando com eles, o Secretário Geral, além de outros separatistas que disseram não. Porque foi numa época em que o partido da Esquerda que influencia no Marrocos, época do Leninesmo e do Marxismo, além de outros regimes que se chamaram de regimes reformistas. Aqueles influíram o mundo e inclusive o interior  com essas idéias, naturalmente, eu entendo isso.

Trataria das idéias acadêmicas que não deveriam afetar a realidade porque todos os jovens passaram por essa etapa, uma etapa de revolução cultural. Depois disso veio a maturidade e o pragmatismo. Todos esses são irmãos, eu digo a eles, a autonomia é uma conciliação porque o Marrocos ofereceu muito inclusive um parte da sua terra que é uma particularidade e especificidade diante dos assuntos políticos, econômicos, sociais e culturais.

Então isso é uma conciliação histórica. Uma conciliação contra os erros que foram cometidos pelo Estado desde 1956 a favor dos saranianos, afetandos de forma voluntária ou involuntária este aspecto. Isso, por outro lado, é a autonomia que compensa os erros cometidos contra o aspecto econômico e aspecto da marginalização e da desconsideração, contudo é um plano que reestrutura e básico.
A autonomia é uma recompensa política e humana. Tal plano é uma forma de reconhecimento do estado que cometeu erros no passado e ao longo de muito tempo. Isso quer dizer que ela não é uma personalidade do tal fulano ou do fulano, mas trata do Estado de forma geral que faz a recompensa e que é uma coisa extraordinária. Eu acredito que isso é a conciliação.


Em relação a guerra, a guerra não é essa a preocupação porque trata de uma propaganda dogmática, sem nenhum valor e sem base fundado pode ser declarada.

Pergunta: Saudação, o polisario realiza um congresso em Tifariti e as negociações estão sendo preparadas e o Marrocos considera seu plano uma iniciativa final contra o conflito. O que esperam e pensam diante deste cenário?

Khalihenna Ouald Errachid: Primeiro vocês sabem que o polisario já tinha adiantado o seu congresso por quase um ano e meio, depois  este congresso foi atrasado por motivo das diferencia dentro da frente do poliario, E agora o congresso esta acontecendo em Tifariti, mas sem esperarmos muito dele. O movimento não quer a paz através das negociações e através do plano de autonomia como solução final. Essas diferencias se aprofundaram levando os lideres das tribos para realizar um congresso contra o que se chama do congresso Kjijimat.

Pergunta: Pode resolver o problema do sara sem passar pela Argélia?

Khalihenna Ouald Errachid: Eu continuo acreditando na mesma coisa. Algeria disse que ela não é parte do conflito do sara. E eu acredito que diga a verdade. E isso que o reino do Marrocos espera que Argélia não seja uma parte do conflito. Isso é a razão pela qual o reino do Marrocos aceita de negociar com o polisario. Argélia disse que este conflito é um conflito das Nações unidas, e ela é envolvida somente porque a questão esta sob seu terreno. E ela detem refugiados e por isso tem uma posição com base nos princípios do respeito de autodeterminação e nos esperamos isso.

Em relação a posição do polisario dentro das negociações não foi claro a influência a ser considerado positivo para levar o polisario para entrar numa fase de negociação, mas isso depende da posição e da abordagem ou o fato mais flexível para emburrar o polisario na frente diante de suas contradições em si mesmo. Claro que o Polisario envolve com argélia porque esta sob sua terra. E ela detem acampamentos sob seu solo, e aceita uma organização militar, bem como ela abriga membros que ela apóia financeiramente e diplomaticamente. E ela esta ciente das conseqüências decorrentes  desta posição.


Então eu penso que Argélia até o momento não decidiu sobre o assunto, ela continua chamando por coisas inadmissíveis mas ela até agora não avançou com etapas necessárias neste assunto. Mas ela se envolve e continua com a frente nas contradições.


Então eu acredito que argélia será  influenciada, mas isso é possível uma vez forem  transferida a população dentro dos acampamentos, neste caso a posição da Argélia mudara mais ainda.
Eu não mudei a minha posição e espero isso. Tal assunto decorre dos efeitos da construção do Magrebe árabe, porque isso causa  um efeito direto sobre as relações bilaterais, entre nos e eles, trata de uma relação de trocas,  sendo que eu pessoalmente continuo com a minha posição que é  eu espero sempre, e eu creio ou que eu sonho que Argélia, um dia dos dias, mudara sua posição deixando o polisario livre para tomar sua  posição e uma decisão.


Pergunta I: Senhor Presidente, dentro do Corças quais as etapas a serem tomadas para preparar o terreno para o plano de autonomia?

Pergunta II:  a ultima decisão do secretario geral da Onu fala da necessidade de abordar assuntos essenciais na próxima rodada, diante de uma decisão  que é quase uma alerta contra negociações  sem objetivo?  Como o Marrocos pode entrar no fundo do objeto diante das negociações?

Khalihenna Ouald Errachid: Em relação a questão I, que é a ultima frase da minha palavra. Essa palavra quer dizer o seguinte; nenhuma parte que seja pode mudar a posição do Marrocos em relação ao plano de autonomia, nem com a perda de tempo nem com o jogo e nem com o atraso nas decisões, acreditando que com isso o plano será enterrada e arquivado. Isso é impossível.

O Marrocos avança com seu plano em Árabe arabizado, parando com as mentiras diante da porta do fogo. Nos entramos no processo de negociações e num processo serio e importante, isso quer dizer que nos sairmos dele com cabeças erguidas. Porque temos um plano sério e credível objeto das negociações. A parte adversária que é objeto das contradições. 

De qualquer forma a rodada significa que o Marrocos tomara a decisão num momento adequado quando ele acha necessário. Aclarando que a mentira é só mentira e não ha como avançar com isso. E isso o significado disso. Quanto a segunda questão, tem dito algo que é a rodada.

Jornalista: A próxima rodada é a entrada no objeto do fundo.

Khalihenna Ouald Errachid: As negociações são com base no projeto marroquino. Ele é sério e credível. Então ele é a base das negociações. Não ha outra coisa objeto das negociações. A decisão 1783 é bem clara. Ele disse que as negociações têm a base nas novas etapas que marcaram o ano 2006. e o que aconteceu em 2006 foi o plano de autonomia. O polisario chama com honestidade pelo assunto da volta com base no antigo processo.

O que se chama do processo 91. A volta pela identificação em termos de origem. Este processo acabou-se com a decisão 1754.  A decisão de 1754 criou uma nova nota para todo que envolve o sara será objeto de negociações direitas e com base na boa intenção. A condição que todas as partes se entendem sobre isso.   Isso é a posição das Nações unidas. Isso ainda não se baseou nem sobre as decisões anteriores nem sobre o processo de Backer.

Todo isso acabou nestas negociações.  Por isso nos dizemos a polisario que o referendo é impossível. E a volta a origem de identificação é algo impossível. Mesmo que isso é impossível, vocês têm a opção entre conseguir as coisas via a negociação sobre o plano de autonomia ou  então dizer as nações unidas, com seriedade,  a comunidade internacional e aos cidadãos saranianos, que vocês não querem uma saída.


Kjijimat envolve as tribos. Ela é a base popular a qual é constituída de Chouyok, jovens, mulheres e crianças. A estrutura que eu apresentou para vocês é grande e ampla. Na verdade é uma parte de ações destas categorias que ameaçam a existência do polisario. Porque o polisario é constituído sobre os acampamentos. Se a base for dispersa quer dizer as tribos, os campos desapareceram. O polisario será o fim dele.

Porque a relação com o saraniano será interrompido. Ele será ameaçado. Se eu digo isso porque o polisario esta enfrentando de forma rápida uma degradação popular poque esta se contradizendo de um dia a outro. No dia que ele diz a guerra e no dia que ele diz a negociação e noutro dia que ele diz não. Mas qual é a verdadeira versão disso, se ele não é estável cada vez uma coisa, ele é preocupado com isso. O Marrocos tinha estado sob esta situação. Essa situação e estado psicológico, no qual agora vive precisamente.


Então diante dele existe desafios e obstáculos, dos quais decorrem, como as negociações do Manhassat III desaprovado pelo publico revelam a mudança da liderança atual do polisario constituído de Abdel Aziz, Al Bouhali,   Hakik, Abdel Kader, Mohamed Salk, Mohamed Khadad que continuam no mesmo sem mudança. Bem como não houve mudança para os lideres militares incluso mesmo os diplomatas até o dia 18.  A esperança é péssima principalmente se não aderem a negociação de forma real, com seriedade e honestidade, diante do plano de autonomia. Conseqüência disso o Mahassat e os esforços diplomáticos tomarão fim. Diante da posição dos Estados Unidos, da França, da Espanha e como nos ouvimos nas declarações de todos os membros da ONU que o polisario que é o principal bloqueio da comunidade internacional para chegar uma saída contra o conflito que satisfaz todos. 

 
Pergunta: Senhor Presidente, a volta para o congresso Kdijijimat é conforme um conjunto de grupos de tribos que deseja a volta para o pátria, com orgulho e dignidade.

Khalihenna Ouald Errachid: Apoio ao plano de autonomia

Pergunta: A volta para a pátria, Marrocos, com orgulho e dignidade, segundo o a decisão. Vocês disseram que um conjunto de medidas logísticas, financeiras e psicológicas está sendo preparado e feito, por parte de quem? Esta é a pergunta.
 

Khalihenna Ouald Errachid: Por parte de quem? Por parte do reino do Marrocos.
Pergunta: E o Conselho real    

Khalihenna Ouald Errachid: O Estado,  o conselho é  Conselho Real, então é do reino do Marrocos que toma decisão. Ele é o caminho para tomar as decisões necessárias, com o apoio do conselho.
 Pergunta: Segundo vocês quantas pessoas, senhor Presidente, existem hoje e participaram no congresso de Kjijimat?

Khalihenna Ouald Errachid: mil
Pergunta: Senhor Khalihenna, em relação a situação de nossos  irmãos em Kjijimat, pergunto se existe um contato com organizações da sociedade cível e organizações internacionais em prol de dar uma dimensão diplomática, diante deste evento político?


Khalihenna Ouald Errachid: Naturalmente, agora o Ministro do exterior se prepara de tomar decisões amplas neste sentido.  Foram tomadas decisões e o Estado de forma geral, conforme a sua Majestade, considera que essas decisões tomadas são necessárias, porque envolvem a preparação de um novo programa amplo para com a moradia. Tendo em vista responder a falta eventual da moradia.

E para que aqueles que voltem ao Marrocos com seus filhos e parentes dos campos encontram condições normais e adequadas. A preocupação é para disponibiliza-los todas as condições necessárias para garantir uma vida digna e pacifica. Com isso eles possam se tornar uma força. Podendo ser defensores do pais, Marrocos, com vista resolver o problema do sara em seus diferentes níveis de mais baixo ate o mais alto.


Então hoje existem disposições no nível diplomático a serem tomadas com os paises, tratando das disposições como o caso da republica islâmica da Mauritânia entre outros paises como Argélia.
Também existem disposições tomadas diante de várias frentes, como aquilo que foi tomado em nível das Nações Unidas e entre outros o exemplo do Minurso que envolveu o acontecimento  do congresso de Kjijimat.


Com essa ocasião deve chamar os canais que envolveram com nossos irmãos em Kjijimat, em relação as difíceis condições, as quais os jornalistas e os técnicos se defrontam .      

 

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