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terça-feira, 9 de agosto de 2022
 
 
 
Actividades Internacionais

O Presidente do Conselho real consultivo para os assuntos saranianos, Khalihenna Ouald Errachid, enviou uma mensagem para o Secretario Geral das Naçoes Unidas, Kufi Anan e para o Presidente bem como para os quinze membros permanete do Conselho da segurança, respondendo ao relatorio do delegado argelino sobre as alegaçoes ligada ao sara que endereçou ao Secretario geral da ONU, esclarecendo o senhor Khalihenna Ouald Errachid nesta mensagem algumas realidades e sublinhando alguns equivocos. 

 



Eis a seguir a mensagem completa do presidente do conselho real consultivo para os assuntos saranianos

Em relaçào a carta do dia 24 abril do ano corrente endereçada pelo delgado permanente da argelia junto à Organizaçào das Naçoes Unidas, em nome do seu governo e pela  ocasiào da visita do ministro da relaçoes exteriores para Nova York,  essa menagem trata de uma resposta formulada contra as declaraçoes do Secretario Geral da Naçoes Unidas do dia 19 de abril de 2006, ligada ao dossiê do sara.

Assim como presidente do conselho real consultivo para os assuntos saranianos, eu devo aclariar sobre algumas realidade e esclareço também alguns  equivocos tidos nesta mensagem

Primeiro: a questào do sara foi resolvida de forma legal e conforme a legitimidade internacional e de acordo com o acordo de Madrid a favor das partes envolvidas.

Trata de um ato de conformidade e da legaldiade internacional entre o Marrocos e a espanha. Sendo que a comunidadade internacional tem sido apoiada a questào para que as duas partes possam abordar a negociaçào com vista o dossiê do sara.

E exatamente o que foi acontencendo diante da questào historica do norte do Marrocos, a exemplo do acordo de Tanger no ano 1956, de Tarfaia 1958,  de Sidi Ifni 1969, considerando assim que a questào do sara é um assunto do Marrocos, mas outra parte trata para dar ao assunto outras dimensoes as niveis internacionais por razoes que todo mundo conhece inclusivo a Argelia.

Segundo:foi extranho de ver um representante oficial da argelia expressa de modo como o Marrocos pais conolizador, considerando essa descripçào nào corresponde a realidade, bem como nunca foi traduzida nem documentada pela ONU.

Ainda nào acho que isso é aquilo que argelia quer dizer para o seu povo e para o mundo.

Porque ela revela que nào se envolve no diferendo eque envolve as parte a Frente do polisario e o Marrocos, sendo que este conflito deve ser resolvido no ambito das naçoes unidas e do Conselho real consultivo para os assuntos saranianos.

Por esse motivo eu quero sublinhar ao povo argelino e ao governo que o sara nào é uma terra conolizada e esse povo que o representa nào està sobmetido a nenhuma dominaçào qualquer que seja sua natureza”

Terceiro: Essa carta do delegado argelino tratou também do acordo ou projeto de Baker, projeto que nào foi objeto de consendo mas trata do apoio das naçoes unidas junto as partes embora isso, ele foi considerado como um dossiê que nasceu morto. E o Marrrocos com toda sua composiçào politica e inclusive o povo saraniano refutaram de froma categorica este projeto impossivel a realizar. 

Quarto: essa carta nào constitue uma descripçào do delegado argelino junto às Naçoes Unidas em comparaçào com os ditos do secretario geral das naçoes undidas no seu ultimo relatorio sendo” trata de um deslize nào pode de forma nenhum que Argelia apoia ou confirma “ é uma posiçào contraditoria e refutada de forma total perante nosso Conselho”

Cinco: A insistência da argelia sobre algo que foi ultrapassado e até mesmo inaplicavel bem como foi esquecido devido a impossibildiade da sua realizaçào, traduz o comportamento estranho e confuso por parte da argelia, uma vez que este tipo de projeto com base na limitaçào de identidade nunca foi aprovado nem realizado pelas Naçoes Unidas.

Para a realizaçào do projeto de referendum é necessario limitar a identidade nesta area geograficamente complicada porque o saraniano existe na Argelia, no Marrocos, na Mauritania, no Mali, o que parece dificil e impossivel a aplicar razào pela qual a ONU afastou essa proposiçào que nào pode ser justa e legal.

Por essas razoes a insistência sobre esse tipo de acordo ou projeto constitui uma forma de continuar com o conflito e nào querer buscar uma saida  a este diferendo em prol do progresso e da proposridade para toda regiào e inclusive salvar os povos detidos e sacrificados nos campos de Tindouf ha mais de 30 anos sem saida”

 

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