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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
 
 
 
Discursos Reais

A Sua Majestade o Rei Mohammed VI, que Deus o assiste, chamou outras partes para aproveitarem esta oportunidade histórica que representa a proposta de autonomia feita pelo Marrocos ", capaz de promover sérias negociações, sob os auspícios do Secretário-Geral e do seu enviado pessoal, pelos quais nos assegurarmos os nossos apoios e cooperação. "



munidade internacional e do Conselho de Segurança, conforme declarado  repetidamente através os esforços baseados com seriedade e credibilidade,  elogiando a contribuição eficaz do Marrocos que visa ajudar para uma solução deste litígio que dificulta a integração do Magrebe, e impede a prosperidade dos cinco povos do Magrebe." .

 "Então, o rei insiste, tornou-se imperativo para superarmos este desacordo, especialmente à luz dos desafios múltiplos e urgentes que enfrentamos, particularmente na área de segurança;. Tanto em relação à costa do Mediterrâneo como  para o sara ou depois do Atlântico"

Fonte: Map
Noticias sobre o sara ocidental/Corcas


Louvado seja Deus,

que a paz e as bênçãos estejam com o Mensageiro de Deus e sua família

Majestades, Altezas e Excelências,
Sr. Presidente, Sua Excelência o Secretário-Geral da Assembleia Geral das Nações Unidas,

Desde já, gostaria de parabenizá-lo, Sr. Presidente, pela sua eleição para a Presidência da quita sexagésima sessão da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, saudando o seu antecessor, o Dr. Ali Triki, pelo seu dinamismo no trabalho para a nossa Assembléia Geral.

Como apresento também os meus sinceros agradecimentos a Sua Excelência o Secretário-Geral por seu trabalho incansável, em prol do trabalho  da Organização das Nações Unidas.

Nós consideramos esta sessão, após passar uma década da Cúpula do Milênio, como uma boa oportunidade para adotar uma visão de consenso, com vista a orientação da  nossa ação coletiva, para os próximos anos. Confirmando o nosso compromisso com as três principais eixos desta visão, que é a segurança, a estabilidade, o desenvolvimento e a prosperidade, bem como a promoção dos direitos humanos e da sua dignidade. São prioridades que constituem, neste momento, a pedra fundamental da agenda internacional.

Por isso, essa reunião importante constitui  uma oportunidade adequada para expressar mais uma vez o nosso compromisso com estas prioridades, e reafirmando  a nossa determinação em promover a cooperação internacional e o desenvolvimento de bases sólidas para a construção de um mundo pacífico e solidário.

Pela firme credibilidade do Marrocos da   importância e do prestígio das Nações Unidas, num quadro de referência para os valores universais e de legitimidade internacional, ele esforça duramente no sentido concreto e conforme o apoio da organização em prol da região, contribuindo neste sentido para a consecução de seus objetivos.
Assim o nosso país está armada, além disso, pela confirmidade completa entre as suas prioridades a nível nacional, e as questões expostas na agenda internacional.

Sr. Presidente,

A manutenção da paz é o objeto principal  da criação das Nações Unidas, a qual  desempenha um papel importante para a humanidade como um todo.

Nesta tribuna, o Marrocos insta a comunidade internacional a unir as forças para a resolução de todos os litígios, tanto  ocultos como  iminentes, aqueles que perturbam as relações entre países vizinhos, e dificultam a integração econômica necessária, especialmente, para o nosso continente Africano.

Partindo do nosso sincero desejo de pacificar a atmosfera da nossa  região do Magrebe, apresentamos para as Nações Unidas, em  2007, uma iniciativa de autonomia que visa encontrar uma solução definitiva para o conflito artificial sobre a recuperação das províncias do sul do Marrocos.

Esta corajosa e criativa iniciativa de autonomia contou com o apoio da comunidade internacional e do Conselho da Segurança, considerando, por muitas vezes, os esforços com base na seriedade e credibilidade. Ben como foi elogiado também a importante contribuição do Marrocos que visa promover uma solução contra este litígio que dificulta a integração do Magrebe, e impede a prosperidade dos cinco povos do Magrebe.

A este respeito, o Marrocos convida as outras partes a aproveitarem esta oportunidade histórica, encetando as negociações sérias, sob os auspícios do Secretário-Geral e seu enviado pessoal, que garantem uma cooperação sincera.

Acabar com esta disputa que impede o  trabalho conjunto, tornou-se hoje, mais do que nunca, o assunto mais importante para com os nossos parceiros estratégicos.

Portanto, tornou-se imperativo para superarmos este desacordo, especialmente à luz dos múltiplos desafios a enfrentar de maneira urgente, especialmente na área de segurança e na região da costa do Mediterrâneo e no sara, ou no Atlântico.

Sr. Presidente,

A conquista da paz no Oriente Médio não é uma meta impossível. A continuação do conflito não é inevitável. Mas fica o único caminho para uma solução é a solução de dois Estados vivendo lado a lado em paz e segurança.

Assim, a comunidade internacional deve apoiar o caminho de negociações directas em curso, patrocinado pela administração dos EUA, como sendo uma oportunidade concreta para encontrar uma solução definitiva, em conformidade com a legitimidade internacional e as resoluções pertinentes das Nações Unidas, e com base em critérios reais e segundo uma agenda global e cronograma definido num horizonte de tempo específico.

Considerando o Marrocos como uma país ativo no processo de paz, somos cientes de que as negociações não coloca somente a questão de um estado Palestino completamente e soberano, e com a sua Capital Jerusalém, envolvendo questões espinhosas, mas isso passa inevitavelmente por ações unilaterais, interrompendo inclusive as atividades de reconstrução das colonas em Jerusalém.

Como Presidente da Comissão de Jerusalém, chamamos a atenção da ONU e da comunidade internaciona da delicada questão de Jerusalém, e das tentativas de judaização e as tentativas de desfocar as características desta cidade santa. A Jerusalém deve continuar a ser um símbolo da coexistência e harmonia entre as religiões, com a cidade de paz e de convivência entre os povos palestino e israelense.

Sr. Presidente,

Dois dias atrás, nós apresentarmos o resultado do que foi feito em relação aos Objetivos do Milênio. Foi reconhecido que a sucessão de crises, bem como o impacto das alterações climáticas,  atrasou de forma significativa a conclusão da maioria destes objectivos  em muitos países em desenvolvimento, especialmente no nosso continente Africano.

Com a sua população que excede 900 milhões de pessoas e com seus recursos naturais que a permitam alcançar a auto-suficiência, assim  África é capaz de se tornar um continente de desenvolvimento. No entanto, esse potencial permanece marginalizando os fluxos de investimento directo estrangeiro. Tal situação agrava as crises económica e financeira.

Assim, o Marrocos propõe que a Assembléia Geral das Nações Unidas organiza um diálogo do mais alto nível, sobre o investimento na África.

Como o número dos desafios criados pela globalização exige da comunidade internacional reformas concretas e urgentes, diante de um modelo de governação da crise econômica global, e com muita mobilização em prol do colocar estruturas para construir bloco novo de sistema ambiental universal justo, equilibrado e eficaz, sendo capaz de preservar nosso planeta para as gerações actuais e emergentes.

Sr. Presidente,

O Reino de Marrocos fez da proteção dos direitos humanos uma opção irreversível,  conforme uma estratégia global baseada numa abordagem participativa e que visa promover o elemento humano, e manter a dignidade dentro de um modelo democrático de desenvolvimento da sociedade.

O Marrocos lançou, de acordo com esta perspectiva,  grandes obras e reformas, bem como o País conseguiu concretizar avanços  notáveis nas áreas do espaço e de expansão das liberdades individuais e coletivas, bem como na preservação da dignidade humana, e na promoção dos direitos dos seus cidadãos, especialmente das mulheres, das crianças e dos grupos sociais com necessidades especiais.

A nível internacional, a participação do Marrocos é forte, desde a criação do Conselho dos Direitos Humanos, desenvolvendo mecanismos que confirma  hoje a escolha do Marrocos em março  2010, a sua posição a nível da Assembleia Geral, como  co-gestão dos trabalhos e o caminho de re-consideração deste importante órgão, dentro de uma nova perspectiva que coloca os direitos humanos no centro do desenvolvimento humano e sustentável.

O Marrocos não vai poupar esforços para atingir seus objetivo, bem como esforços para uma visão emergente que respeita os valores intrínsecos dos direitos humanos; longe de quaisquer artificios  reduzidos aos slogans de ressonância, ou desvia dos interesses e objetivos nobres.

Sr. Presidente,

O cominho ainda continua árduo e longo diante das nações e povos do mundo para viver-se num contexto de diversidade, constituindo uma verdadeira fonte de riqueza espiritual, cultural e de civilização.

O diálogo entre civilizações não é só necessário, mas se tornou uma prioridade urgente.

É essencial que as Nações Unidas se torne distinta e excepcional para levar adiante a paz, a tolerância e a compreensão mútua, bem como o catalisador para a adoção de uma nova forma de solidariedade, de cooperação  empenhada, para o bem-estar do mundo e do progresso humano, bem como em prol da tranquilidade e da dignidade dos seres humanos para todas as nações.

Que a paz e a misericórdia de Deus estejam com você

 

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