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quinta-feira, 29 de outubro de 2020
 
 
 
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O Conselho de Segurança da ONU mantem, quarta-feira, consultas a portas fechadas sobre a questão do Saara marroquino, durante as quais os membros do conselho reafirmam seus apoios definitivos ao processo político, sob os auspícios exclusivos das Nações Unidas desde 2007.


De acordo com fontes diplomáticas ligadas junto a Agencia de notícias MAP, cujos membros do Conselho de Segurança renovaram seus apoios ao processo das mesas redondas, com a participação de Marrocos, Argélia, Mauritânia e “ Polisário”, visando um impulso positivo nos processos internacionais. Enfatizando também a retomada do processo das Mesas Redondas a exemplo do progresso realizado pelo ex-Enviado Pessoal do Secretário-Geral das Nações Unidas, Horst Köhler.

Nesta ocasião, diferentes países apoiaram a iniciativa marroquina da autonomia, desde a sua introdução 2007, considerada uma proposta séria e credível em termos das resoluções do Conselho de Segurança.

Além disso, a segurança que prevalece no Saara marroquino, conforme o Secretário-Geral das Nações Unidas anotado no seu recente relatório junto ao Conselho de Segurança, tem sido saudado durante o encontro, no qual participou o Secretário-Geral Adjunto das Nações Unidas responsável pela África, Binto Keita, bem como o Enviado Especial do  Secretário-Geral para o Saara, Colin Stewart.

Durante estas consultas a portas fechadas, os membros do Conselho de Segurança expressaram também a preocupação pelas graves violações cometidas pela "Polisario", depois do cessar-fogo, conforme os acordos militares e resoluções do Conselho de Segurança, detalhados no último relatório do Secretário-Geral.

Os membros do Conselho também saudaram o papel da MINURSO na supervisão do cessar-fogo, constituindo a principal missão, conforme enfatizado o Secretário-Geral no seu relatório.

Segundo as mesmas fontes, diferentes delegações denunciaram a trágica situação, prevalecida nos campos de Tindouf, Argélia, onde os sarauís detidos sofrem com as mais hediondas violações de seus direitos por parte do movimento separatista armado "Polisario", com a cumplicidade das autoridades do país anfitrião, Argélia, responsável legalmente para manter essa população desprotegida, cujo Secretário-Geral da ONU e órgãos de direitos humanos da ONU tem condenado veementemente em muitos relatórios.

Finalmente, deve-se tomar a decisão da renovação da Minorso, prevista para ser adotada no dia 28 de outubro. Com base no relatório do Conselho de Segurança, e do Secretário-Geral, com vista a prolongar a Minurso por mais um ano, o mandato.

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