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sexta-feira, 17 de setembro de 2021
 
 
 
Destaques

O Embaixador, Representante Permanente de Marrocos em Genebra, Omar Zniber denunciou mais uma vez as falsas alegações do representante da Argélia no Conselho dos Direitos do Homem,  através dos trabalhos do Conselho ao exercer a hostilidade patológica do regime argelino contra a integridade territorial do Reino.


Na carta dirigida aos embaixadores, representantes permanentes em Genebra e encarregados de missões no Conselho de Direitos Humanos por ocasião da 48ª sessão do Conselho, Sr Zniber chamou a atenção sobre as manobras hostis e patológicas do regime argelino contro o Marrocos, cuja delegação argelina mantém esta hostilidade durante cada sessão deste órgão da ONU, com o propósito de induzir em erro a comunidade internacional sobre a questão do Saara marroquino.

O diplomata marroquino explicou que “tal hostilidade é expressada na declaração e no evento paralelo, considerado algo vazio sem ter a menor atenção,  objeto de mentiras sem nada a ter e a ver com a agenda e objetivos”, anotando que “tal fato é deliberado como um ruído familiar sem deixar eco nem ter ouvido, neste sentido. Tal fato foi condenado pela maioria das delegações, enquanto dezenas apoiaram as respostas da delegação marroquina, que respeita sempre às normas. ”

Salientando, neste contexto, que a Argélia, nas suas manobras hostis, procura mobilizar alguns círculos e um pequeno número de delegações, cujos países estão preocupados em acompanhar casos de graves violações dos direitos humanos,  contra seus residentes.

Acrescentando que tais círculos argelinos servem a uma agenda hostil contra o Marrocos por décadas, atacando o reino, de forma aleatória sem discriminação,  evidência, fato real, tangível ou de forma neutra.

Zniber, que anexou a referida mensagem a uma gravação de vídeo com provas escritas, sobre o envolvimento dos separatistas “Polisario” e o regime militar argelino durante cinco décadas, em atos criminosos e graves violações contra os residentes destes campos na Argélia, sublinhando ainda que “a delegação marroquina em Genebra sempre procura confirmar e documentar suas declarações, com evidências e fatos concretos, sobretudo quando se trata da situação  nos campos de Tindouf na Argélia, onde os sarauis foram detidos por quase meio século, nos campos militarizados, sujeitos a chantagem, perseguições e práticas  tornadas o foco de condenação em escala internacional.

Lembrando, a este respeito, dos testemunhos influentes de ex-líderes de milícias, através de fatos contundentes, revelando a verdadeira face dos separatistas e seus patrocinadores, em torno de uma conspiração que visa a desestabilizar o Reino de Marrocos, ameaçando toda a região do Magrebe, face aos grandes desafios relacionados com a estabilidade e a segurança, continuando com uma conspiração tecida pelas aventuras temerárias do regime e militares argelinos em detrimento dos interesses de seu povo, cujos recursos desperdiçados e desviados, levando ao abandono, além da perda inaceitável de vida de muita gente devido aos recentes incêndios florestais.

Acrescentando que algumas organizações não governamentais, com atuação mundial, condenaram o atual crime de recrutamento de crianças por milícias separatistas, em flagrante violação do direito humanitário e da Convenção sobre os Direitos da Criança sob a responsabilidade do regime argelino.

Salientando que os órgãos europeus competentes, por sua vez, têm atualizado e elaborado relatórios condenando o desvio de ajuda humanitária, destinada aos residentes dos campos, contra as operações de contrabando organizadas por chefes de milícias, confirmado pelos relatórios oficiais dos órgãos da Comissão Europeia.

Além disso, o diplomata marroquino tem confirmado a existência de provas extremamente perigosas e inéditas contra toda a região, devido à presença de quadros do Hezbollah nos campos de Tindouf e do fornecimento a este separatista armas com a capacidade de desestabilizar e atacar a população civil.

Destacando que as milícias separatistas, amplamente infiltradas por grupos terroristas criminosos na região do Sahel constituem uma ameaça,  evidenciando o sequestro de voluntários humanitários nos campos de Tindouf, preocupando a mídia internacional.

O Sr. Zniber também destacou que o trabalho das instituições humanitárias da ONU também se tornou objeto de chantagem, tal foi o caso em outubro de 2020, quando a milícia “Polisario” invadiu a sede do ACNUR em Rabouni, Argélia,  profanando a sua bandeira em violação flagrante do direito humanitário.

Por outro lado, os mecanismos especializados do Conselho de Direitos Humanos e seus governantes denunciam um grande número de casos de vítimas de atos de tortura, desaparecimentos forçados, execuções e prisões arbitrárias, dirigidas pelos oponentes da fragmentação que controlam os campos, sob o supervisão e autoridade do exército argelino, durante décadas, sem qualquer seguimento neste sentido, tais ocorrencias foram constantemente lembradas nos comunicados de imprensa destes governantes.

O embaixador marroquino tem destacado que “tais violações são constantemente denunciadas por órgãos das Nações Unidas, especialmente por milhares, tratando das pessoas aquelas que conseguiram escapar destes campos, muitas das quais estavam entre os líderes de milícias ocupando cargos mais importantes”.

Depois de denunciar a situação das famílias mantidas como reféns nos campos de Tindouf, o Sr. Zniber afirmou que o Reino de Marrocos continua empenhado, mais do que nunca, em pôr fim a esta tragédia humana, cuja responsabilidade histórica recai inteiramente sobre os responsáveis ​​deste separatista enredo.

Ressaltando finalmente que "os moradores dos campos de Tindouf que refutam que os líderes argelinos os registrar chamam para se juntar à sua pátria, o Reino de Marrocos,  cujas províncias do sul do Saara marroquino tornaram desde sua restauração em 1975, passando de um estéril deserto para um pólo de desenvolvimento econômico, social e cultural, sem paralelo na região, desfrutando do novo modelo de desenvolvimento. “considerado um elevado parâmetro do progresso a nível nacional.

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