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segunda-feira, 25 de outubro de 2021
 
 
 
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A intervenção do Marrocos na zona de Al Guerguerat é irreversível

O Secretário Geral das Nações Unidas, António Guteres dirigiu uma nota inscrita no seu relatório junto ao Conselho de Segurança sobre o Saara marroquino, publicada em seis línguas oficiais das Nações Unidas, ao referir à carta real que confirma o carácter "irreversível" da intervenção pacífica do Marrocos ao nível da passagem de fronteira de Guerguerat, visando o estabelecimento da livre circulação civil e comercial.


Neste contexto, o Secretário-Geral das Nações Unidas informou os membros do Conselho de Segurança sobre a carta enviada por Sua Majestade o Rei Mohammed VI, 21 de novembro de 2020, na qual a Sua Majestade afirmava que as medidas tomadas por Marrocos em Guerguerat são “irreversíveis”, ao mesmo tempo  reafirma o cumprimento do Reino do cessar-fogo.

Em relação às violações ilegais dos mercenários da Polisario em Guerguerat em outubro e novembro de 2020, o Sr. Guterres anotou que desde 22 de outubro de 2020, "as operações de reconhecimento da MINURSO por helicóptero sobre Guerguerat permitiram de anotar a presença de 12 elementos armados da Polisario com uniforme do exército na zona tampão ", além de oito viaturas militares, duas equipadas com armamento pesado.

 O Secretário-Geral das Nações Unidas explicou que a Polisario foi informada pela (MINURSO) que a sua presença em Guerguerat constitui uma "violação do Acordo Militar nº 1", chamando para retirar seus elementos militares e viaturas da zona tampão.

 O Secretário Geral da ONU tem também referido a outra mensagem enviada por Sua Majestade, 12 de novembro de 2020, na qual a Sua Majestade exortou o Secretário-Geral da ONU a "redobrar os esforços para pôr um fim definitivo e rápido às ações provocativas inaceitáveis ​​e desestabilizadoras da Polisário, "anotando que o Marrocos" em virtude das suas responsabilidades e  pleno respeito da legitimidade internacional pode agir da maneira que julgar necessária, a fim de preservar o status pacífico e ordem na região, restaurando a liberdade de movimento "Al Guargarat.

Referindo-se à intervenção pacífica das Forças Armadas Reais para restabelecer o fluxo do tráfego nesta passagem de fronteira, o Sr. Guterres sublinhou que “não foram relatadas vítimas nesta ação à MINURSO em decorrente dos acontecimentos de 13 de novembro”, acrescentando que após a intervenção das Forças Armadas Reais, os elementos armados do “Polisario” fugiram da zona tampão.

 Lembrando da natureza pacífica desse processo, enfatizado pelo Embaixador Omar Hilale, Representante Permanente do Marrocos nas Nações Unidas, nas duas cartas dirigidas ao Conselho de Segurança, em novembro de 2020.

 Nessas duas cartas, o diplomata anotou que os movimentos das Forças Armadas Reais tém por objetivo pôr fim às violações inaceitáveis ​​da "Polisario", respeitando o cessar-fogo, bem como os acordos militares e resoluções do Conselho de Segurança, em relação a zona de Al Guarguarat, e as ações contra qualquer ameaça ou dano à vida e à segurança dos civis, junto com  a força presente da missão da MINURSO, acompanhando e assessorando de maneira integral.

Tais afirmações francas do Secretário-Geral das Nações Unidas a respeito da presença de milícias fortemente armadas da “Polisario” em Guerguerat, outubro e novembro passados, constituem uma recusa categórica das falsas alegações deste grupo separatista armado e  seu padrinho argelino, manobrando sobre a alegação de apenas civis, presentes durante os acontecimentos.

Tal afirmação é reforçada pelo Secretário-Geral das Nações Unidas e (MINURSO), para com a  ação pacífica e legítima do Marrocos em Guerguerat, visando  purificar esta região dos mercenários da "Polisário", denunciados pela comunidade internacional, sobretudo os países da região, Organizações internacionais, regionais, governamentais e não governamentais.

Esta medida tomada pelo Marrocos é firmemente empenhada no sentido de manter o cessar-fogo, cujo Reino faz questão de fortalecer, evitando a recorrência de tais ações perigosas por parte das milícias armadas separatistas da "Polisário", os quais, sistematicamente, violam o cessar-fogo e os acordos militares, ameaçando a segurança e estabilidade regional.

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