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segunda-feira, 25 de outubro de 2021
 
 
 
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A organização não governamental do Fórum Africano de Pesquisa e Estudos sobre os Direitos Humanos, em Genebra, tem denunciado as atividades dos elementos da Polisario objeto do recrutamento por parte dos grupos armados e jihadistas como mercenários envolvidos na região do Sahel e do Saara.


Durante um diálogo interativo com o grupo de trabalho sobre mercenários, organizado quarta-feira passado, no âmbito da 48ª sessão do Conselho de Direitos Humanos, o chefe do Fórum, Zine El Abidine Al-Wali tem denunciado o envolvimento  entre a Polisário, os grupos armados e os jihadistas na região do Sahel.

 Destacando que "o envio de mercenários por parte do Polisário e aparato argelino deflagrado, mais uma vez, quando o exército francês em Mali entrou em ação visando  o terrorista, Adnan Abu Walid, que recebeu o seu treinamento junto com muitos outros jovens no Tindouf, envolvendo os elementos de segurança argelinos antes de ser enviados  para o norte do Mali, servindo os planos horríveis nesta região considerada instável."

Mencionando, a este respeito, os “casos de jovens dos campos de Tindouf objeto do recrutamento pelas fileiras das milícias armadas da Polisário e  serviços de segurança argelinos, tais jovens deslocados contra a sua vontade para lutar como mercenários ao lado do Regime de Khadafi,  cometendo graves violações dos direitos humanos durante a revolução na Líbia, além do recrutamento novamente por seus comandantes no Sahel, cometendo crimes atrozes contra a população civil, por meio de limpeza étnica, sequestros e ataques terroristas sangrentos face à população local e as forças de paz da ONU. ”

Durante estas várias actividades organizadas no âmbito desta sessão do Conselho dos Direitos do Homem,  muitas organizações e ONG chamaram a atenção das múltiplas e graves violações cometidas pelas milícias armadas "Polisario", com a cumplicidade dos serviços de segurança argelinos, contra os residentes dos Acampamentos de Tindouf.

Denunciando assim tal recrutamento de crianças como soldados pelas milícias separatistas, cujos sequestros de opositores à liderança da Polisario, submetido as práticas de tortura nas prisões, envolvendo o desvio de ajuda humanitária, apontando a plena responsabilidade da Argélia por estes crimes.

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