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domingo, 27 de setembro de 2020
 
 
 
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A Irlanda “apóia o processo liderado pela ONU e os esforços do Secretário-Geral para chegar a um acordo político definitivo” sobre a questão do Saara, trabalhando no sentido de aprofundar as relações com Marrocos, e abrir uma embaixada em Rabat.


O ministro irlandês dos Negócios Estrangeiros, Simon Coveney reafirmou a posição do seu país sobre a questão do Sara marroquino, chamando a uma solução política desta questão no âmbito do processo das Nações Unidas.

Em resposta à pergunta de um deputado de seu país sobre as relações com Marrocos, cujas grandes realizações dos últimos anos provocaram a ira dos inimigos da integridade territorial do Reino, quando foi anunciado a abertura de uma embaixada irlandesa em Rabat.

A este fim, o Sr. Coveney tem sublinhado que seu país “apóia o processso liderado pelas Nações Unidas e os esforços de Secretário-Geral das Nações Unidas, trabalhando no sentido de chegar a uma solução política definitiva“ em torno da questão do Saara.

Ao contrário desta leitura, interpretada erroneamente pela agéncia de notícias argelina APS, a resposta do diplomata irlandês foi influenciada pela posição consistente de seu país sobre a questão do Saara, indo em total consonância com a posição das Nações Unidas.

Por sua vez a Agência de Notícias da Argélia, manipulando isso com dois pesos e duas medidas, inventando e saindo com declarações fora de contexto, ao ministro irlandês no suposto apoio de seu país ao "referendo de autodeterminação", tal opção foi enterrado pelas Nações Unidas desde muito  tempo, sem que Sr. Covigny mencionar de forma definitiva .

Ao contrário disso, o chefe da diplomacia irlandesa sublinhou, na sua resposta, a posição de neutralidade positiva, assumida pelo seu país relativamente à questão do Saara  e mantem o seu reconhecimento á decisão das Nações Unidas a este respeito.

Esclareceu o sr o Sr. Kovinevi ao dizer “Não temos opinião sobre o resultado desta decisão”.

O ministro irlandês recusou qualquer abordagem da questão dos direitos humanos, que a Argélia explora em prol  da Polisário, afirmando discutir esta questão regularmente e sem favoritismo com as autoridades marroquinas sempre que surge a oportunidade.

O chefe da diplomacia irlandesa tem dito: “nosso ministério está em contato constante com a embaixada marroquina. Através do embaixador do Reino, julho de 2019, quando foi acompanhado pelo Presidente do Parlamento, Habib Al-Maliki, durante sua visita a Dublin. Na margem desta reunião, uma discussão muito útil foi sobre uma série de questões políticas, comerciais e econômicas, bem como a questão dos direitos humanos.

Acrescentando: “Os altos funcionários de seu ministério se reúnem regularmente com o embaixador do Marrocos para discutir sobre uma séire de questões. Entre essas questões inclui a questão dos direitos humanos.

Explicando que o respeito pelos direitos humanos "é uma parte integrante da política externa da Irlanda, buscando constantemente discutir as questões de direitos humanos, através dos meios mais apropriados e eficazes, nos níveis bilateral e europeu, bem como abordar os mecanismo de discussão periódica e universal das Nações Unidas".

O que é ao mesmo tempo para o Marrocos, sendo se discute a questão dos direitos humanos de forma aberta e transparente nos diversos fóruns, dedicados a nível nacional, regional e internacional, valorizando o grande progresso, alcançado neste domínio.

O Sr. Covigny concluiu a sua resposta dizendo estar entusiasmado com o aprofundamento das relações com o Reino de Marrocos, tendo dito: "Sendo ansioso aprofundar o nosso compromisso bilateral, pelo diálogo com Marrocos, abrindo uma embaixada irlandesa em Rabat."

Tem sido de fato excluir a frase da Agência de notícias argelina APS, em cumprimento à sua usual abordagem hostil, em termos de envenenamento e distorção, base do trabalho desta agência.

Sem lembrar  neste contexto, o recente clipe publicado pela Agência de Notícias da Argélia, confirmando que um órgão denominado “Escritório de Contencioso das Nações Unidas em Genebra” rejeitou uma denúncia apresentada por um grupo de ativistas políticos argelinos, “24 horas depois de ser depositada e analisado o seu conteúdo por representantes legais do escritório ”.

Fianalemnte , este clipe inventado de início ao fim, pela agência argelina, foi extremamente denunciado e refutação pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, confirmando que as informações contidas neste clipe foram "totalmente inventados de início ao fim" sendo que não existe uma agência das Nações Unidas que tem um nome de "Escritório da ONU para as Disputas Legais em Genebra".

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