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26 de fevereiro de 2024
 
 
 
Imprensa Audiovisual

O Presidente do Conselho: Argelia não está na posição de permitir, de renegar ou de aceitar o projeto de autonomia

O presidente do Conselho Real Consultivo para os assuntos saranianos sublinhou: num programa “visita especial' para o canal Al Jazira no dia 2 de novembro 2006 que projeto do Governo autônomo é fruto de um planejamento  de consenso, destinado as provincias do sul do reino do Marrocos e em conformidade com  às ordens e planos da SM o Rei Mohammed VI, considerado como a saída única, capaz de garantir a todos um vida digna e livre aos saraninaos.



Sendo ele a unica soluçào susceptivel de realizar a todos os direitos e permitir as condiçes dignas de vida de modo livre com os  nossos irmoes saranianos na patria-màe, Marrocos”

O senhor Presidente sublinhou via o prgrama divulgado pelo canal al Jazira sabado no ambito da emissao " especial missao' que o projeto de autonomia permitira ao povo do sara gerir seus assuntos e negocios politicos; economicos e sociais no ambito da soberania nacional do reino do marrocos'

Trando de um projeto legal e legitimo da sociedade com respeito a dignidade em relaçao as opinioes opostas e diferentes dentro de uma sociedade livre e democratica onde todos sao igais pela lei ...podendo participar nos assuntos do bem comum. Tendo esta disposto nesta fase a encontrar os liders do polisario com vista a conretizar o projeto.

Aclariando que Algeria nao tem que opinar sobre a viabilidade ou nao do projeto porque ela sempre deixou claro que nao faz parte do conflito entre as partes nem envolvida direta ou indireitamente. Por outra parte ela sera a fovorcida no caso de uma resoluçao deste dossiê.

Quanta a escolha dos dirigentes do conselho; O rei os escolho porque o conselho é real antes de qualquer outra coisa razao pela qual é Natural que o rei faz sua esclha legalmente quanto aos seus membros que vao ajudar na execuçao das tarefas.

Depois de ter afirmado que o Conselho representa todas as faxas dos tribos saranianos; é natural que todos possam exprimir com liberdade sobre suas afiliaçoes ligadas ao Conselho que os une. 

Sublinhando que a representatividade dos tribos releva sobre algumas diferencias superficiais; negando ser o Conselho a preferencia por homens de negocios e burgueses saranianos mas eles sao pessoas simples e de todas as tribos e idades distintas.

Fonte Map

Noticias sobre o sara ocidental/Corcas 

 Visita "particular" num encontro com o Canal Satélite de Al-Jazeera 16.12.2006 

  O Presidente do Conselho: Argélia não está em posição de rejeitar ou aceitar o projecto de autonomia

O Presidente do Conselho Real Consultivo para os Assuntos Saranianos sublinhou num programa  "particular" para o canal Satélite Al Jazira, em 02 de dezembro de 2006 que "o plano de autonomia para as províncias do sul do Reino é  considerado como a única solução,  viável e aplicável capaz de fornecer, conforme as directivas da Sua Majestade o Rei Mohammed VI, todas as condições para uma vida digna aos nossos irmãos "numa terra natal e entre os saranianos, com  tolerância”

O Presidente do conselho aclarou numa entrevista transmitida ao canal "Al Jazira" na noite de sábado numa missão "especial" que "essa autonomia nos permitirá uma gestao  dos assuntos políticos, económicos, sociais, bem como visa a preservação da personalidade saraui ao mesmo tempo".

Acrescentando que " autonomia é um projeto político, dirigido a todos os sarauís, independentemente da suas tendências seja política ou ideológica trata de um conteúdo a ser visto como um estudo objeto de negociação e de discussão no âmbito da soberania marroquina",  manifestando também a vontade de  reunir-se com os líderes do Polisario "em qualquer lugar que eles estejam para discutir do conteúdo desta solução proposta pelo Marrocos (...) e tratando da sua formulação  e também do seu conteúdo ", Lembrando do papel do envolvimento do saraniano neste projeto e o efeito disso.

Aclarou também ao dizer  que a Argélia não está em posição de rejeitar ou aceitar o projecto de autonomia ", porque ela repetiu e disse em público que não faz parte do conflito do Sara e não se  interessa no problema", pois  "ela é a vencedora em caso da resolução deste litígio,  contribuindo assim a  uma resolução do problema, bem como ela se alivia da presença do saraniano nos campos de Tindouf. Porque trata dos marroquinos diante de um problema interno  sem ter efeito em termos de dimensões internacionais conhecidas"

E quanto à composição do Conselho Real Consultivo para os Assuntos Sarianos que representa todas as tribos do sara, o presidente tem dito que essa constituição é conforme as instruções e orientações da Sua Majestade o Rei Mohammed VI, tratando da nomeação de seus membros que foram escolhidos e eleitos, nomeados pela sua Majestade o que é considerado natural "porque ele é um conselho real antes de tudo".

Além disso, o presidente confirmou que o Conselho representa todas as tribos do sara, tem dito ainda que  "  é natural que o conselho seja um lugar de representatividade, onde se expressa a vontade de todos porque é là que existe um espaço para todos".

Ele explicou, neste contexto, que a representação envlove sempre algumas diferenças tribais, mas nega que o Conselho esteja limitado na sua adesão em termos de grandes empreiteiras ou de membros do sara como a "burguesia ou com relação as pessoas comuns representantes de tribos e dos diferentes segmentos e idades."

Fonte: MAP
Notícias de interesse para a questão do Sara Ocidental / Corcas

Sami Kulaib: Entrevistador
O presidente: o convidado do programa/  Presidente do Conselho Real Consultivo para os Assuntos Saranianos

Episódio  Data: 2/12/2006

 Temas
- Estatuto de autonomia e a relação com a tribo e Marrocos
- Posições políticas e a crise do Saara
- O papel do Conselho Real Consultivo para os Assuntos saranianos e o projeto de autonomia
- O papel da Argélia na questão do Sara

Segue o texto integral do diálogo

 O animador do programa: Sami Kulaib
Invitado do programa: Khalihanna Ouald Errachid/Presidente do Conselho Real consultivo para assuntos sarauis
Data do episodio : 2/12/06
 
Dialogo envolve os assuntos seguintes:
- situação dos tribos e suas relações  com o Marrocos
- posição política  e a crise do dossiê saraui
- Papel do Conselho real consultivo e o programa da autonomia
Sami Kulaib: benvendo os telespectadores que são presentes para esse novo programa relatiivo a especial visita, nos aqui em Rabat-Marrocos. O homem que eu recebo foi e quasi um oficial era da colonia espanhola, trata do governador da região do sara, mas ele se tornou hoje um das figuras mais importante para o governo autonomo sob o comando do governo marroquino. Trata de uma questão da historia, da época  de negociaçoes e de guerras o que será desvendado pelo presidente do Corcas.
Quando chequei para casa do senhor Presidente no reino do Marrocos foi surprendido pela diferença existente entre sua casa e os campos de Tindouf que visitei dois anos atrás perguntando onde se encontra o comando do polisario?.
Interrogamos sobre essa riqueza e o seu papel para os detidos e suequestrados dos sarauis com vista a ingressar para  Marrocos, recordando aquelo que foi dito no inicio desta missao ao perguntar o nosso convidado sobre a origem da sua riqueza e de toda sua fortuna? 

Presidente: aquelo foi umas benções de Deus.
Sami Kulaib: Como?
Presidente: Quer dizer gracias ao meu esforço proprio.
Sami Kulaib : Trabalha no comercio por exemplo
Presidente: Não.
Sami Kulaib: Além do seu trabalho, é impossivel para um homem que veio da Espanha para o Marrocos permanecendo ministro e vice e acomulou uma grande fortuna, qual então a origem desta fortuna?
Presidente: Não tenho uma riqueza quer dizer que minha casa não  constitue um fortuna e uma casa para viver apos longos anos de trabalho mas não sou dono ou proprietário  de uma riquesa nem de  uma fortuna.
Sami Kulaib: O Corcas tem suas condições  porque quando ele foi criado quer dizer apos  anos esses, todos acontecimentos mudaram a forma de ver as coisas,  esta vez você tem salário e detem um posição como presidente, o que mudou então ?
Presidente: Não, o trabalho volontario para os membros
Sami Kulaib : Bem, você pertence a uma tribo famosa, na realidade faz parte de uma região  Saraui, como a tribo de “Arukaibat” perguntando qual a importancia desta tribo, esta tribo foi recenseada, quais são seus  hábitos e o que a diferencie das outras?
Presidente: Não; tribo de Al Rokaibat é uma entre as tribos sarauis quer dizer ela não detem provavelmente um numero maior que outras tribos mas ela esta entre as outras tribos sarauis.
Sami Kulaib : Sim mas qual é a sua historia?
Presidente: foi de uma tribo que pertence para Maoula Idress quer dizer que sua origem é de Maoula Idress instituição do reino do Marrocos. « Al Rakaibat » atribuida como outras tribos sarauis como  « Arossain, Chaik Marainan, Tulbak, Falala... querendo dizer que elas decorrem do Maoula Idresse que é fundador da nação do Marrocos origem principalmente de Al Rakibat que se encontra nas provincias de Tetouan.
Sami Kulaib : Vocês têm relação com Marrocos como tribo?
Presidente: Certamente, o nosso avo é Maoulana Idress quer dizer o fundador da nação  marroquina, nos somos sempre ligados com aqueles fundadores.
Sami Kulaib: Você creia nessas relações historicas e contatos conforme o que foi dito; a exemplo do Imam Ali Ben Abi Talib e senhora Fatima Zahara, Al Hassan e Al Hussein, além dos demais sarauis que apoiaram e defendem o trono alaouita dos Marroquinos. Eles se orgulham desta origem  que se faz e que demora o objeto de conflito entre os dois lados : frente do Polisario e do reino do Marrocos. Para conhecê-lo, estudei o que segue:
Foi na época de Salazar que é o governador geral do Saara espanhola. Este governo queria que o senhor ocupasse este cargo quando foi eleito para presider o Partido da União Nacional do Saara, perguntando se isso é verdade?
Presidente: Verdade, não é a nivel do governo Salazar mas quer dizer da espanha, quando o seu governo queria tomar o comando do projeto nacional.

Sami Kulaib: Porque a Espanha o escolhou e não  outra pessoa? Ela acrediata no senhor?
Presidente: Não significa que não  sou objeto de confiança mas sim objeto de competência relacionado, … não  entendo qual é a razão  pela qual foi eleito para este projeto mas não ha duvida de ser entre os primeiros que buscaram mudar a politica na região.
Sami Kulaib: O que estava fazenda na epoca?
Presidente Al Rachid: Trabalho numa compamhia ou num emprego no setor privado dentro da Espanha “Landrovel..Tana Landrovel.
Sami Kolaib: Quando apareceu se interessar para a politica?
Presidente: quando  sentindo o interesse sobre o assunto foi desde a infança, quer dizer foi no inicio que comenci a trabalhar na politica com o senhor Mohamed Basser quando ele chegou para o saara em 1968.
Sami Kolaib: De Espanha decidiu o Khalihanna retornar em Marrocos no momento o sara  estava sob controle espanhol. Mas o Rei Hassan II que tinha  dirigido a Marcha verde no meio dos anos setenta com sucesso, ele conseguiu afastar  o colono espanhol numa Guerra intitulada, Guerra de separação e de inclusão. A frente do Polisario reclamava a independencia do reino acusando-la dos separatistas.
Eles querem incluir o saara que é um direito natural adquerido. Khalihenna decidiu mudar de Espanha para Marrocos para ingressar junto com aqueles que aderem a patria mãe. Neste regresso, ele decidiu renunciar  da sua idéia de independencia do Saara embora que ele estava entre os defensores da unidade nacional. 
  
Presidente : quando decidi de deixar de fazer parte dos separatistas, foi feito então o contacto com o falecido Rei Hassan II que sua alma esteja em Paz.
Sami Kulaibi : foi no inicio mas se desculpou de interver, o senhor Ouald Errachid no inicio você era militante em prol da independencia do saara numa étapa avançada, o que é justificado conforme o discurso proferido no ano 1974 ou 1975. O que você pensa?

Presidente : sim foi  no ano 1975.
Sami Kulaib: Você era realmente o defensor do separatismo, o que o levou a deixar sua posição e optar para juntar-se ao reino?
Presidente: Quando fundei o movimento do partido nacional saraui, deixei de creer na teoria da separação, em razão do que o povo saarui é um povo tribal e não  vejo um futuro para formar um pais porque todos são constituídos por tribos divididas pelas lutas e segregação  sem que haja entre algumas tribos forma a não ser aumentar lutas tribais razão pela qual  apoio a unidade nacional e reforço a defesa do Marrocos.

Sami Kulaib: Foi dificil se deslocar nas condições sob o comando espanhol e em detrimento do Marrocos
Presidente :  Foi, mas não  foi sob essa condições. a mudança é dificil no sentido psicologico, é verdade que voltei para um pais onde não estudei, desconhece de tudo, não conhece nenguém, nem os dirigentes responsáveis, mas decidi no final  assumir esta decisão embora toda a dificuldade encontra.
Sami kulaib : Quando foi realmente que aconteceu esta historia?
Presidente : Foi no dia…foi no meiado do mês de maio 1975.
Sami Kulaib: Bem, conhecemos que foi no decorrer desta época difícil pelo menos dos acontecimentos que marcaram a historia e na qual envolveu duas tentativas de revolta contra o reino, mas o Rei, pouco a pouco, retomou e restabeleceu a situação, mantendo seu poder em detrimento do acontecimento. Temos muito estimo quando nos olhamos de fora o que estava acontecendo da Espanha, o rei Hassan II conseguiu de modo positivo manter a posição, embora tudo isso? 
Presidente : quando  estava na espanha, naturalmente o saraui era contra a tentativa de tomar posse…
Sami Kulaib : Mas a pergunta sobre a pessoa do Rei.
Presidente : Embora o que aconteceu, a imprensa espanhola imaginava o Rei do Marrocos para o Marrocos e os Arabes estão a favor e de modo geral.
Sami Kulaib: por isso eu pergunto.
Presidente: Uma imagem negra mas não faço parte e por esta razão  que eu retornei ao reino
Sami Kulaib: quando foi o seu encontro pela primeira vez com o rei Hassan II?
Presidente: O meu primeiro contato com a sua SM o Rei foi pelo telefono..
Sami Kulaib: quando chegou?
Presidente : não, antes de chegar.
Sami Kulaib : De Espanha?
Presidente: Não foi de Espanha.
Sami Kulaib : De onde? Para falar da historia e isso que quer dizer.
Presidente:  foi da Suiça que encontrei a SM o Rei, em 19 de maio.
Sami Kulaib : como foi o contacto entre você e o Rei Hassan II e o que você o disse?
Presidente: Eu disse que eu venho para prestar a minha fidelidade e abandonar o separatismo.
Sami Kulaib : O que ele respondeu?
Presidente: bemvendo.
Sami Kulaib: Lembra o que ele disse exatamente?
Presidente: Disse bem-vendo para a sua pátria.
Sami Kulaib: bem, quando lhe encontrou pela primeira vez?
Presidente: lhe encontrei no dia 19 de maio de 1975 no palacio de Fês.

Sami Kulaib : o que foi tratado?
Presidente: Ele estava naquela época  doente, foi gripado embora disso ele me recepcionou em Fês.
Sami Kulaib :Foi uma recepção agradável  e positiva.
Presidente: fortemente, isso era uma oportunidade para que que eu possa expressar minha fidelidade, tendo dito com muita efetividade respondendo positivamente. Tratando dos sarauis e da relação que existe entre mim e com o Rei. Tratou do primeiro contato entre nos que deixou um impacto forte com o Rei.
Sami kulaib: Peguei nas suas mães pela primeira vez.

Presidente: Algo de fato sagrado existente entre os saranianos para pegar na mão e no braço como forma natural entre o povo
Sami Kulaib: trata inclusive de um ritual o qual não foi a tradição saraniana

Presidente:   Fomos acostumados com isse tipo de protocolo que é um habito e natural

Sami Kulaib: Tive um acordo com o falecido a Sua Majestade?

Presidente: foi uma audiência interessante

Sami Kulaib: Sobre que foi tal   acordo?

Presidente: o acordo foi sobre a maneira de recuperar o sara.

Sami Kulaib: Como foi com armas, persuadindo os saranianos a levantar as armas?

Presidente: Foi com paz.

Sami Kulaib: quais os primeiros passos que foram feitos para realizar isso?

Presidente: A sua Majestade colocou um programa a base pelo qual foram feitas proposições e percepções visando  atingir esses objetivos.

Sami Kulaib: O senhor Khaihenna Ouald Errachid assumiu as responsabilidades para preservar os preceitos e os princípios do reino do Marrocos. Trata da data do nascimento da tribo da qual decorre como uma tradicional região de AL Rgkibat em 1951, Ministro e secretario junto ao Estado da Região do Laayoune, proteção dessa regiao e tendo líder em  nome do partido da assembléia nacional, envolvendo sua vida para a sua instituição desde 1983, assumiu a presidência do conselho regional, paralelamente detem uma função num partido da oposição. Razão pela qual seu partido conheceu varias fases, trata da época de Mahdi Ben Barka objeto da perseguição poltica, bem como da fase diferente do forte ex-ministro do Interior Idress Al Bassri, o que pensa de todos essa épocas?   . 

Presidente: nessa época tinha a opressão com controle mas com  falias, a câmara do deputados ou qualquer outro lugar objeto da decisão empenhou em prol da defesa diante da situação do governo mas hoje em dia a coisa é diferente naturalemente.

Sami Kulaib: tem escrito e lido em muitos jornais sobre muitas acusações contra Mahdi Ben Barka, da quela época o que pensa senhor dessas acusações?

Presidente: Não, primeiro não foi acusado contra nenguem nem se defender do que seja .

Sami Kulaib: (interrupção) Com força!

Presidente ( continuação), O governo defendeu  diante desta situação e meu nome não foi envolvido conforme o que eu ouve e escutei, a minha pessoa não foi contra o dossiê de Mahdi Ben Barka, mas é natural quando estamos no partido da oposição ter esta posição contra o governo, porque devemos se prononciar sobre o caso, se posicionando face às acusações. Mas na minha época não deu nenhuma assistência nem posição que prejudica no âmbito da câmara do deputados.

Sami kulaib: Não paremos muito diante do que aconteceu no seio das acusações, isso não foi de fato direito porque existe um homem  na sua vida e na sua historia e diante das explicações, trata do senhor Minstro do Interior Idriss Al Bassri que é um homem forte, envolvendo uma situação de corrupção relativa as eleições em 1992, o que acaonteceu e o que o senhor fez diante disso, até que ponto essa conversa é verdadeira?

Presidente: Quero dizer que Idriss Al Bassri foi por muito anos o meu amigo, quase 17 anos no governo, isso quer dizer naturalmente que este governo detenha o poder, pois tem muito a dizer sobre o assunto e a época, não vejao neste amigo isso mas continua o governo.

Sami Kulaib: Nos vemos nisso razoes para conhecer as etapas mas eu pergunto sobre as principais pontos atrás da acusação sobre as eleições, realmente?

Presidente: Acredito que nos temos grandes diferenças nisso.

Sami Kulaib: qual foi a razão disso?

Presidente: entre isso as eleições.

Sami Kulaib: Entre isso a questão do dossiê saraniano, porque isso foi conhecido por Idriss Al Bassri, ele quer que todos os dossiês estejam na sua possessão. E vossa senhoria queria  trabalhar também em prol da questão do sara ou sobre os assuntos saranianos, e dentro ou fora do ministério do Interior. Isso não pertence de fato a Idriss Al Bassri, e para que você toma conta disso precisa de muito. Eu conprendi o que aconteceu que existe alguns atritos sobre este dossiê. Não, mas foi em 1999, acredito que ele foi acusado da ma gestao dos assuntos saranianos, por isso eu pergunto sobre este assunto se houve impacto sobre você, e se ele foi a razão para que volte a uma época que precisasse aclarar muito inclusive sobre atos deste governo e da situação política objeto dos assuntos saranianos e de forma oficial, quer dizer que isso envolve não so a região de Laayoune, não é?   

Presidente: Não é um atrito porque, primeiro eu foi sempre naturalmente eu não segui qualquer étapa ou outras étapas nem pertencer ao Interior nem ao idriss Al Bassri, mas sim eu sempre eu me conformo a sua Majestade o Rei em...

Sami Kulaib: Ele te assiste naturalmente com as indicações e instruções particular, é isso..

Presidente: Não com a Sua Majestade naturalmente mas existe atrito dentro ou no exterior do governo sobre a maneira da gestao das riquezas e sobre tudo o dossiê dos saranianos, tendo diferenças naturalemnte no processo e no modo de escolher a política em curso mas naturalmente a sua visão foi um sucesso numa época das épocas.

Smair Kulaib: Qual é a razão capaz de pressionar o rei de forma particular, através da sua abordagem ou com sua maneira, por exemplo?

Presidente: Ou talvêz porque detem todos os meios de influenciar.

Sami Kulaib:  todos meios financeiros, políticos e de segurança?

Presidente: provavelmente.

Sami Kulaib: Pode falar sobre a natureza do conflito sobre o sara entre você e senhor Idriss Al Bassri?

Presidente:  Os atritos e diferencias são relativos a forma de gestao como tudo.

Sami Kulaib: como por exemplo?

Presidente: Gerir o dossiê internamente e externamente e em todas as frentes, isso quer dizer que eu não estava de acordo em nenhum momento com a política  executada.

Sami Kulaib: De qualquer forma a isso quer dizer que sua voz se levantou e em varias  vezes?.

Presidente: é certo.

Sami Kulaib: E no momento em que as multidões oficiais vão para a região de Laayoune, a imprensa escriveu sobre isso, desafiando e respondendo a aquilo que se faz em termos criticos e de forma transparente e com gritos varias vezes e de forma violenta contra essas multidões?

Presidente: Mas pouco que a imprensa escrive proque...

Sami Kulaib: Certo.

Presidente: Muito pouco não é ..

Sami Kulaib: Não foi porque ela estava sob o poder de Idriss Al Bassri?

Presidente: Ou porque você tem miedo dele, ou porque você não concorda com o que eu digo. Mas eu estava dizendo com toda coragem seja dentro do governo e mesmo quando eu era membro do governo ou ainda fora do governo, opinava com toda a liberdade, sobre  a historia com toda a transparência. Mas digo que a política executada na época não foi sabia.

Sami Kulaib: O senhor Khalihenna Ould Errachid, Presidente do conselho real consultivo para os assuntos saranianos precisa muitos erros que foram cometidos diante do controle da crise do sara ou administração deste dossiê. O que provocou durante quase um quarto  de um década um serie de atritos dentro do reino do Marrocos, sendo a maioria do problema ficou longe dos esclarecimentos do que existe uma aliança em torno do trono marroquino por parte do povo e em relação as suas componenetes, partidos políticos e forças populares sobre a idéia da incorporação do sara marroquino sem nenhum conflito nem problema interno diante daqueles que exploram o dossiê do sara, sobretudo que os saranianos residentes no seio do reino do Marrocos e foram numa etapa prontos para participar na gestao  deste dossiê, quais são os marquantes erros?

Presidente: Acordos são esses.

Sami Kulaib: Onde foi o problema.

Presidente: Desconhecimento do dossiê.

Sami Kulaib: Este é a única coisa.

Presidente: Não, é so isso, a gestao também da política pelo minsterio do interior da região, afastando os saranianos da decisão, aumentando os artifícios criando o estado de insegurança e da desconfiancia em relação aos saranianos e sua administração, tudo isso propiciou um cenário da confrontação de forma clara dianrte do que foi realizado em termos de victorias pelo o Marrocos mas por outro lado deixou os graves erros que envolvem este aspecto.

Samir Kulaib: O senhor falou em algumas etapas sobre a diferença ou a discriminação  contra os saranianos na região de Laayoune, concretamene isso significa, por varias vezes, conforme tem dito em muitas entrevistas, sobretudo, quando a imprença divulga informações sobre essa discriminação.

Presidente: Não significa discriminação, significa ...

Samir Kulaib: ia evitar a plavra de discriminação racial, mas fala da discriminação.

Presidente: não aconteceu de perto nem de longe.

Sami Kulaib: Não, discriminação ou diferença so na fala e em encontros.

Presidente: É verdade no significado de afastar-se de tudo o que pode afastá-los da questão da crise ou a agrava.

Samir Kulaib: Isso quer dizer se  alguém chegar do norte do Marrocos  começa hoje e manha vira previlegios  como filho da região face ao filho da região do Laayoune que vive ai  desde muito tempo.

Presidente: isso não faz parte do principio porque ha uma política praticada neste âmbito. Esta política afasta os saranianos do governo diante de uma administração indiferente que promove um clima de desconfiança que se amplia a medida que avança face as decisões que ose tomam contra os problemas e por diversas motivos entre eles este.

Samir Kulaib:Quando a sua Majestade o rei Mohammed VI fez sua ultima visita para as províncias do sul muita coisa tem sido dito sobre isso. Alguns consideraram o fato como resposta ao que foi feito pelo polisario no lado da fronteira. Outras partes vieram nisso uma mensagem para Algéria, enquanto as outras partes ligaram isso com o dossiê saraniano objeto do conselho da segurança da ONU, Diante disso a sua Majestade tinha tomado um serie de medidas e passos que foram considerados como importantes, havia declarado da cidade de Laayoune mediante o famoso discurso informando sobre a criação do Conselho real consultivo para os assuntos saranianos, o qual engloba a mais de quarenta tribos e a partir dai foi declarado a idéia do plano de autonomia.

Presidente: Indicação dos membros do conselho real foi com base num decreto real, sendo que a sua Majestade escolheu o presidente em vez da eleição, isso é natural, porque este conselho é real antes que seja um conselho legislativo ou um conselho de outro tipo.

Sami Kulaib: sim, mas foi para representar todas as pessoas.

Presidente: Não, ele representa todas as pessoas quando nos falamos sobre a comunidade saraniana que é uma sociedade tribal que é representada no conselho.

Samir Kulaib: Bem como você entende certas oposições, então? 

Presidente: Não, isso significa que não houve oposições mas houve intenções e desejos de pertencer ao conselho, todos querem aderir, 141 membros e não como dizer que o conselho não abrange todos.

Sami Kulaib: Bem ouve, por exemplo, que duas ou duas outras moriram?

Presidente: Não isso não é verdade.

Sami Kulaib: não é verdade

Presidente: Não isso constitui uma base sem uma idéia falsa. Mas naturalmente a representatividade é conforme o conselho real diante das tribos, isso envolve os atritos inclusive aquelas tribos que vivem em constante batalha para estabelecer a lidernaça tribal. E para sair deste circulo. Bem claro isso é possível para não envolver neste tipo do conflito de representatividade tribal. Alias o conselho representa essas pessoas, podendo dizer sem errar que o conselho  representa todas as tribos do sara mas não representa dodas as pessoas.

Samir Kulaib: Perdoa-me senhor,   isso significa quando eu faço a leitura no arguivo junto a uma estrutura de algumas criticas feitas. Alguns dizem do por que desta leitrua em breve e para não ler todo, tratando de alguns escritores e críticos da cidade de Laayoune, assim o conselho envolve alguns lideres das empreiteiras no sara entre eles instituições privadas e governamentais. Alguns representam a burguesia do estado mas decorrem de algumas lideranças oficiais, Representando alguns previlegios... Essas ofertas afetam essa discussão. Perguntando qual é a implicação desta defesa do ponto de vista destas atrações e diante daqueles que ficam atrás destas incriminações ou acusações, o que você acha? 

Presidente: Não, eu não defendo esta acusação porque eu defendo o ponto de vista do governo mas não defendo os objetivos porque esta acusação não é verdadeira, primeiro o numero dos empresários que estão no conselho é muito pouco. Depois existe muito outros que não estão no conselho. Sendo que a maioria dos membros do conselho são pessoas ordinárias. Entre os jovens, mas isso não significa que não existem pessoas de outras categorias, issso não é uma informação errada.  Mas digamos que os membros do conselho  são representantes da burguesia, isso é longe da realidade porque primeiro a burguesia no sara é pouca, mas não é uma acusação e depois ela é muita pouca na verdade.

Sami Kulaib. Embora tudo o que foi dito sobre o conselho real consultivo para os assuntos saranianos sendo a verdade a sua Majestade o rei Mohammed VI quer a partir disso instaurar a confiança nas relações entre o trono e os saranianos e sobre tudo na região de Laayoune e demais lugares com relação a este acontecimento no âmbito do reino do Marrocos. Sendo que ela conheceu numa fase uma manifestação na qual as bandeiras do polisario foram levantadas como protesto sobre as situações nestas regiões ou ainda a reflete aquilo que o pensamento racista. O qual foi oposto pelo Rei Mohammed VI quando da sua famosa visita para a região de Laayoune onde ele pronunciou no discurso o idéia do plano de autonomia que é considerado por alguns um ato histórico no âmbito da amplificação da decentralizaçao para os saranianos enquanto outros consideram um envolvimento com a idéia da regionalização da qual o falecido Rei Hassan II tratou .

Presidente: Quer dizer que o plano de autonomia é uma única solução susceptível de aplicação.

Sami Kulaib: qual é o seu ponto de vista?

Presidente:  Não é de nosso ponto de vista em relação ao problema e de forma objetiva, quer dizer que idéia do conflito foi afastada e o referendo é impossível mas o referendo com base na definição da identidade. Então não ha outra solução a não ser a solução com base na conciliação aquilo que as Nações unidas chamam da solução política.

Sami Kulaib: bem como será a solução da conciliação. Ela é susceptível a um acordo ou a uma proposição?

Presidente: Ela é susceptível ao estudo quer dizer o conteúdo da questão.

Samir Kulaib: será que trata de um acordo como proposição?

Presidente: Não é em relação a proposição, a outra proposição que não é outra que o plano de autonomia. Plano de autonomia e seu conteúdo o qual o polisario pode participar na sua estruturação e conteúdo.

Sami Kulaib: É verdade, senhor a sua proposição foi numa época especial sendo que promovera, tem dito,  Mohamed Abdel Aziz para que ele se torne o primeiro Presidente talvez do governo do plano de autonomia. Mas se for aceito o plano pode aceitar algumas acertas nele, se pode até  discuti-lo como principio entre os detalhes, como pode realizá-lo?

Presidente: verdade

Samir Kulaib: Bem como pode envolver numa situação de conflito  que continua até hoje, e no caso de paz, você apresentara uma proposição para arrumar a proposta?

Presidente: Não eu apresentei para você um plano que permite a modificação. Mas sim o seu conteúdo pode ser objeto de discussões e estudos e de negociações. Mas não aceita o  principio que é o plano de autonomia que constitui uma solução capaz de levar a uma saída do conflito. Envolvendo um governo autônomo que gera os assuntos do seu povo em termos políticos, econômicos sob a soberania nacional dentro de uma cultura marroquina.

Sami Kulaib: Quer dizer o ministério das relações exteriores, da defesa  e Aida todos são sob o controle do Rei? 

Presidente: não é tudo que faz parte dos atributos da soberania quer dizer somente aquilo que reflete a soberania que ficara  para o pder central.

Sami Kulaib: Certo, a sua Majestade o rei Mohammed VI tem dito no seu discurso diante do polisario claramente e sem que seja mencionado sobre a frente. Ficamos ouvindo sobre os seus pontos de vista e sobre suas proposições mas  até hoje não ouvimos nenhuma acusação e acontecimento  referente a realidade que implica a frente do polisario ou a argélia. Mas trata de uma refutação direita contra esta proposição, perguntando se algo aconteceu mas não  soubemos disso como por exemplo as comunicações em relação as partes envolvendo o polisario ou sobre dele. Mas  em relação ao senhor e com base na sua historia  como saraniano  tive contatos os quais conseguiu compreender alguma coisa fora do que se comenta?

Presidente: primeiro tem que compreender algo que é o plano de autonomia, segundo ele venha para enfrentar todos os saranianos em virtude de suas decendencias  políticas. Claro isso é uma mensagem endereçada para a frente do polisario mas deve entender que trata de uma organização política e militar sem que não entede nada desta realidade e não reflete os interesses dos saranianos nem da a mínima atenção.

Sami Kulaib: O que você faz?

Presidente: Quer dizer naturalmente que os saranianos não aceitam isso.

Sami Kulaib: Certo qual é a solução?

Presidente: envolve o povo dos acompamentos e nos queremos fazer contatos com todos os saranianos dos quais os membros do polisario.

Sami Kulaib: Como?

Presidente: o contato direito. Como contatem você quer dizer eles fazem o contato com você, e eu contato eles.

Sami Kulaib: detem contatos com a frente do polisario?

Presidente: Claro

Sami Kulaib: numa decisão oficial da frente do polisario?

Presidente: Não foi uma decisão oficial do frente do polisario porque a decisão do polisario não é uma decisão democrática e até certo ponto a frente do polisario é um grupo pragramatico.

Sami Kulaib: é natural que o senhor Khalihenna considera que a frente do polisario seja um grupo pragramtico e não democrático. Essa frente envolve contradições e diferenças contra o reino do Marrocos quanta à questão do sara. Em razão de ameaças de  querras e batalhas que provocaram uma certa instabilidade e problemas que contina pendente até hoje, ha mais de trinta anos. Argélia é acusada por parte do reino do Marrocos de posicionar-se a favor do polisario. Mas quando for divulgado o plano de autonomia as vozes argelinas foram levantadas denunciam refletindo uma certa recusa e irresponsabilidade até recuando.  

Presidente: A recusa do Polisario inicialmente ou primeiramente, pode entender-se do porquê da recusa da argélia isso não é algo que a leva para comportar-se aceitando ou recusando enquanto ela não faz parte deste dossiê.

Sami Kulaib: Não sei, mas eles disseram que isso é uma escapa para frente, tinha escutado sua verdadeira resposta?

Presidente: não, essa posição não é aceita de um estado que diz que ela não faz parte do conflito do sara, por isso que o polisario deve envolver-se efetivamente com o assunto..

Sami Kulaib: e se ela enfrenta como parte da questão?

Presidente: Não, eu não relaciono com argélia com base no que ela diz. “Eu não faz parte do conflito do sara e eu  tenho nem camelo nem um pedaço do problema do sara, a questão do sara concerne  o Marrocos e o polisario” Então não aceito a posição da recusa ou aceitação de um Estado que diz que ela não faz parte do dossiê do sara.

Sami Kulaib: Bom, perdoe-me, se  a Frente do polisario recusa e continua com sua recusa, embora  esta recusando até hoje, pois se ela continua com isso, vocês aplicarão o plano de autonomia sobre as regiões que não foram sob domínio do polisario?

Presidente: Primeiro não estou seguro desta recusa porque eu acredito que quando estará pronto o projeto se tornara real para os saranianos e todos aderirão inclusive os saranianos da Frente do polisario.

Sami Kulaib: Bom, suponhamos que a continua a recusa o que fazer?

Presidente: A recusa do Polisario

Sami Kulaib: Sim

Presidente: Não, a recusa do polisario não é a recusa dos saranianos,

Sami Kulaib: Bom o que fazer?

Presidente: Não nesta hora a sua Majestade que decidira o que fazer,ou seja o que Marrocos fará.

Sami Kulaib: Neste programa recebi numa época recente tinha quase um ano e meio o ex-Ministro da defesa argelino, Khalid Nazar, ele explicou-me diante de milhares de telespectadores porque ele estava contra, numa época, a recepção de uma delegação do Polisario. Ele pediu a ela de sair do escritório, tendo dito ao polisario que não podem guerriar até o infinito, chamando por aqueles que estão sob o solo argelino. Trata de uma época em que nos sentiram  a mudança da posição da argélia contra o polisario, ou até a possibilidade rumo a uma conciliação com o reino do Marrocos face a esta questão, preguntando primeiro qual é as informações que o senhor tinha sobre isso em relação a aceitação ou a recusa diante desta solução proposta pelo Marrocos, inclusive o senhor como diplomarica discute com seu irmão Abdel Aziz Botflika, explicando quanto a importância da paz e que argélia ganhara nisso a sua tranqüila diante do problema. Lembrando o que foi descrito pelo  saraniano carregado com muita preocupação até hoje mas sim em relação a resposta, eu pergunto continua sendo quer dizer existe uma mudança na posição da Argélia ou não?

Khalihenna Ouald Errachid:  Não, para mim eu digo que argélia é um pais vizinho do Marrocos e importante em relação a nos.

Sami Kulaib: Muito bem

Presidente: Ela disse uma coisa: ela não faz parte do conflito do sara, mas, sim ela na realidade é concernada e envolvida principalmente no que acontece do lado da sua fronteira, mas não é parte.

Sami Kulaib: Senhor você a considera como parte do conflito?

Presidente: Não...nao Eu considero o que ela fala argélia um pais que fez uma boa revolução , o povo argelino é um povo excelente, pois eu acredito no que ela fala,

Sami Kulaib: Então você concorda que ela nao faz parte do conflito?

Presidente: Nao faz  uma parte do conflito do sara porque trata de um problema interno do Marrocos. Ele tomou proporções internacionais por diversas razoes que todo conhece, Mas argélia quando ela diz que ela nao faz parte do conflito, eu acredito nela 100%, por isso eu digo que eu solicito dela a nao ser um obstáculo diante da solução do problema. Porqie  é do interesse de todos. Interesse da argélia primeiramente e do Marrocos e dos saranianos. Argélia fala para todos, inclusive a comunidade internacional que ela nao faz parte e eu acredito, agora.

Sami Kulaib Bom, foi prestigiado muito na realidade argelina  até agora, pertuntando se tive algumas respostas  positivas por parte do presidente Abdel Aziz Botflika?

Presidente: Eu espero que isso seja um investimento para o futuro, quer dizer que desejo que a situação seja resolvida e as coisas voltam a normalidade, se Deus queser, através do projeto da su Majestade o Rei considerado como a solução definitiva atendendo  de forma consensual os interesses e inclusive da argélia.

Sami Kulaib: Mas até agora nao recebeu nenhuma resposta positiva?

Presidente: Quer dizer eu nao me preocupo da resposta a ser em qualquer hora.

Sami Kulaib: Nao vem ate agora.

Presidente: Nao vem ate agora porque como eu disse tem situações psicológicas feitas entre nos e argélia e precisa ver isso e falar disso com seriedade.

Sami Kulaib: Tem dito que você pedira  acordo da sua Majestade para ir a Argélia e discutir da situação, e para a região do sara, principalemente, a parte que esta sob o poder do polisario, perguntando porque nao foi feito isso ate agora?

Presidente: Porque eu queria que o cliam esteja preparado.

Sami Kulaib: Como?

Presidente: Quer dizer a espera que o projeto entra na sessão de discussões e negociações e para que todo mundo veja que nos trabalhamos num verdadeiro projeto nao é uma manobra política.

Sami Kulaib: O secretario geral da Onu, Kufi Anan, tem dito neste assunto na margem de um ultimo  relatório,  também, que ele nao apóia uma solução negociável, e falou do motivo da continuação do problema entre outros, porque muitos paises apóiam os interesses da argélia, e o Marrocos entende que nao ha uma solução sem um acordo entre Marrocos e argélia. Pois eles precisam chegar a um acordo. O acordo està a esperar e nao se sabe se ele vem ou nao, pergunto quando o senhor falou do interesse da argélia em aceitar o projeto de autonomia mas na realidade argélia tem muito interesse na região do sara e como disse terá uma abertura sobre o mar, além de outros intresses em termos de recrussos e riquezas naturais, com então persuadira argélia,  se hoje quer mandar uma mensagem como será, por exemplo?

Presidente: Por dos fatos, o primeiro pelo projeto de autonomia que tornara argélia com um prestigio e digna entre os saranianos proque ela defendeu até conseguiram seu direitos, de um lado e de outro lado em relação a todos nos seja os saranianos todos.

Sami Kulaib: Bem o que ela fará com seus previlegios?

Presidente:  todos estão no âmbito d Magrebe árabe todos os interesss e previlegios estão protegidos nao so do mar o no Mediteraneo no seu pedaço do sul que se tornara propriedade da argélia e porque ele esta na propriedade do Magrebe árabe e será uma parte da argélia e do Marrocos, Argélia saira ganhando, e com a cabeça erguida em virtude de uma solução que satisfaz a questão do sara.

Sami Kulaib: Bem tem dito, primeiro  ela fortaleça sua posição diante dos saranianos e depois falou dos outros motivos quais?

Presidente: O segundo motivo o Magrebe arbe é o sonho da argélia e do Marrocos, da Mauritânia, da tunísia, da líbia e isso quer dizer o grande sonho histórico que nao conseguimos realizar até hoje. Mas ele se realizara dentro de um consenso sem voltar ao passado, quer dizer esquecer o passado em relação a todos, Marrocos e Argélia. Para que este consenso seja comum onde ninguém perde.

Sami kulaib:  Porque todos negam a perda no dossiê do sara. O assunto foi complicado pelo tempo que levou um quarto de uma década. Nem o reino do Marrocos é capaz de renunciar, nem a frente do polisario quer voltar a trás, embora todas os problemas e as diferenças  que aconteceram s fileiras do polisario. Nem argélia conseguiu renunciar de apoiar o polisario no sara. Razão pela qual isso é uma carta importante envolvendo as relações entre Marrocos e argélia. Principalemente  quando a Mauritânia renunciou apos as crises e as guerras na época do antido Rei Hassan II que recebeu por mais de uma vez delegações saranianas para a negociações tendo o segundo líder da época na frente do polisario Bachir Mostapha liderando estas delegações, perguntando sobre que sabe disso o nosso convidado, Khalhenna Ouald Errachid, e sbre estas negociações?

Presidente: As negociações que foram são importantes, trata de negociações  em Marrakech em 1988 nas quais a sua Majestade o rei recebeu os membros da frente do polisario em 1988 e a sua Majestade foi honesta.

Sami Kulaib: Depois deste encontro que aconteceu com o presidente argelino Chadli Ben Jadid.

Presidente: Sim, na argélia quer dizer.

Sami kulaib: em Marrakech.

Presidente: Quer dizer a someira árabe que realizou-se na argélia. Então o encontro foi em Marrakech, tratando de um encontro amical e organizado esperando que levara a uma saída definitva mas o grupo num relatório para ir em frente neste sentido.

Sami kulaib: quem nao decidiu?

Presidente: A frente do Polisario

Sami Kulaib: isso que eles dizem  sobre a forma e sobre o que aconteceu na realidade aquilo  que eu escutei deles dizendo. Eles foram com um espírito aberto e foram  junto ao Rei que os recebeu com hospitalidade e foi cordial e Ele tem dito em algumas audiências, eu penso que foi a primeira reunião ou a segunda, nos ganhamos a guerra mas  nao ganhamos os corações dos saranianos. Nos vamos abrir uma nova pagina e eles vieram com esta intenção. Mas eles acham que quem atrapalhou a maioria das negociações foi quando chegaram ao fim das reuniões, foi o Ministro do interior Idriss Al Bassri, principalmente quando estas negociações começam a acabar. Sendo que o prinicipe  hoje a Sa Majestade o rei Mohammed VI, conforme o que ele disse o senhor Bachir Mostapha, informando na margem de algumas reuniões, sendo que o príncipe sublinhou que Idriss Al Bassri atraplhou as negociações e negociou mal com a delegação saraniana, pergunto se o senhor  estava ciente disso, também?

Presidente: Nao, se eu fui porque eu estava no governo sendo que a sua Majestade o Rei Hassan II indicou-me para envolver com este assunto, tomei conhecimento dos detalhes do problema num encontro em 1988 mas em 1988 aqueles que nao decidiram definitivamente sobre o assunto foi a frente do Polisario.

Sami Kulaib: Como foi isso?

Presidente: Quer dizer que eles nao responderam para o rei positivamente, os seus pedidos nao atingiram o nível esperado no que diz respeito... ate 1996.

Sami Kulaib: Nao foi aceito antes de 1996 mesmo se for autorizado o senhor Khalihenna Ouald Errachid pedira a sua Majestade o rei para informar-se do clima das negociações, perguntando o senhor, se é possível informar sobre o que aconteceu?

Presidente: Nada aconteceu, mas trata da frente do polisario, o rei tinha uma verdadeira vontade para resolver o problema na época mas nao aconteceu, Creio ter tomado uma decisão final quanta regionalização o que se chama na época da regionalização ou governo autônomo..

Sami Kulaib: Solicitou a sua Majestade o rei que deus seja com sua alma que propôs duas coisas: conforme o que diz o grupo do Polisario, a primeira coisa parar o conflito e a segunda iniciar as negociações sem colocar limites para estas negociações, o que você acha disso?

Presidente: Nao, sim tem um limite preciso..

Sami Kulaib: qual é o limite preciso?

Presidente: Foi a aceitação de nao se separar, tratando do pedido principal. A aceitação de nao se parar-se que foi o mesmo pedido na época em 1996..

Sami Kulaib: em contra partido de quê?

Khalihenna Ouald Errachid: tudo isso para dar umas perogativas para os filhos da região num âmbito de uma regionalização avançada na época. Nao se fala ainda da autonomia, Mas trata primeiramente da aceitação de nao se separar como uma condição rumo as negociações com a frente do polisario. Sendo que a frente nao tomou uma decisão que em 1988 e 1996. com tudo isso o problema decorre da frente do polisario porque ela nao decidiu sobre a questão com base nas decisões históricas. 

Sami Kulaib: bom deixa das acusações quer dizer falarmos sobre as informações

Presidente: isso nao é acusação mas historia

Sami Kulaib: Em 1996 o que aconteceu?

Khalihenna Ouald Errachid: Nao em 1996 nao estava no governo, mas segundo minhas informações, foi o polisario que recuou do clima das negociações no mesmo conforme o programa, segundo essas informações nao acho uma pessoa precisa e envolvida direitamente no assunto.

Sami Kulaib: O estranho em 1996, nao foi envolvido direitamente embora o senhor envolve nas decisões do sara porque por causa das diferenças com Al Bassri?

Presidente: Talvez eu acho que eu estava  longe do cenário político, sim.

Sami Kulaib: Você conhece os detalhes das negociações ou somente informações de forma geral?

Presidente: Nao mas eu sei algumas coisas desses detalhes,

Sami Kulaib: Bem, em relação aos detalhes por exemplo nos nao entendemos ate hoje que o ponto de vista dos saranianos que dizem que o rei ou o reino do Marrocos que recuou na realidade.

Presidente: Nao, nao jamais isso nao é verdade o polisario vieram de forma livre para negociar , no segundo dia negociando para um motivo entre outros

Sami Kulaib: Quem é ele?

Presidente: O que eu conheci que eles receberam um convite, mas mitas coisas eu ingnoro e sei que tive umas coisas nas quais tiveram desacordo e sobre as ultimas negociações.

Sami Kulaib: Como, foi por exemplo e quais foram as informações?

Presidente: Desculpa nao sei .

Sami Kulaib: Bem você disse que esta disposta para negociar com a Frente do Polisario

Presidente: Sim

Sami Kulaib:Hoje e amanha, quer dizer que nao existe uma duvida enquanto eles aceitam a iniciativa  e se eles respondessem a indicação de forma clara quanta suas intenções para aderir ao plano de autonomia.

Presidente: Ou a indicação para negociar

Sami Kulaib: Como  a indicação é para negociar sem precisar uma decisão sobre uma autonomia e quanto a  isso?

Presidente: Para negociar

Sami Kulaib: Bem, mas a porta voz do governo marroquino na verdade tem dito que a negociação com o polisario nao é possível?

Presidente: Eu falo em nome do conselho real consultivo para os assuntos saranianos, nos como saranianoss dispostos para negociar.

Sami Kulaib: Bem, como argumenta para negociar?

 
Presidente: Nao ha oposição e eu creio que nos que estamos em oposição, negociarmos num âmbito da irmandade e conciliação histórica. Insistindo que  nos estamos dipostos para negociar com a frente do polisario hoje e em qualquer lugar que eles querem, E nos proponharmos o plano de autonomia como uma forma seria de sair do impase, no qual eu acredito pessoalmente como um Plano histórico que colocara fim ao conflito dentro do pais.

Sami Kulaib: Bem significativo.

Khalihenna Ouald Errachid: O Marrocos que os levou para isso.nos anos setenta e isso que os levou para constituir a frente do polisario. O Marrocos nao é o mesmo ele mudou.

Sami Kulaib: se a manha ou hoje a frente do polisario fala que ela negociara  sem nenhuma condição, você é pronto para receber o representante do polisario aqui ou exemplo na argélia?

Presidente: Sim, verdade,

Sami Kulaib: pode ser no noutro pais?

Presidente: Ate por telefono

Sani Kulaib: ou ir para Tindouf.

Presidente: Sim

Sami Kulaib: E possível retomar as armas, é ainda susceptível?

Presidente: Nao, nao penso nisso.

Sami Kulaib:  Qual é a razão disso?

Presidente: Porque a guerra é uma catástrofe sobretudo nos, saranianos, qualquer decisão tomada neste sentido é um crime, porque nunca a guerra é uma saída nem no presente, nem no passado e nem no futuro. Por isso eu descarto muito essa opção porque aquele que toma essa inciativa quer praticar um suicídio.

Sami Kulaib: A guerra é prohibida e a solução é política desde que todas as partes se apegam na sua posição. Ele tem dito que deseja chegar a uma saída, mas quando e como e quem prohibe essa solução. Quando eliminar as barreiras da fronteira possiblitando o encontro das pessoas e das famílias em vez do desamparo,  dos atritos e das guerras sem resultado. Preguntando se nao ha gente e parentes na região de Laayoune para aqueles que continuam nos campos controlados pelo polisario em Tindouf e do mesmo se nao ha parentes  que esperam seus próximos em Tindouf e outros lugares do sara . muitas perguntas ficam perdidas nas áreas do Saara com o tempo mas a crise continua, a autonomia é um inicio de uma solução, mas para isso podimos ao nosso convidado, Khalihenna Ouald Errachid para dizer como ele pode convencer o cidadão em Tindouf para aderir ao reino do Marrocos?

Presidente: Eu vou convencê-lo de que a autonomia constituída conforme o pedido da sua Majestade o rei Mohammed VI,  oferece todas as condições dignas de vida numa pátria com toda a conciliação possivel. Pois este projeto de autonomia respeita todos e permite aos saranianos de gerir seus assuntos sócio-politicos e preserve o direito da pessoa.

Sami Kulaib: quando despedi do nosso convidado, Presidente do Conselho real Consultivo para os Assuntos saranianos, estava conversando  com o seu companheiro do conselho saraniano o Doutor Maoualinan sobre o detalhe do projeto de autonomia, sendo que foi a hora do creposculo sobre as áreas do Saara e próximo do mar na região de Laayoune, onde  o povo das duas regiões saranianas, eu penso, sonham que suas terras tornar-se-ão uma área de turismo em vez de conflito mas a pergunta é quando virá a solução? 

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