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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
 
 
 
Imprensa Audiovisual

 Sr. Khalihenna: O plano é endreçado para  afastar a frente da polisario e Argélia das responsabilidades diante das decisões do Conselho da segurança.

O canal MBC via satélite realizou na tarde de sábado uma entrevista com o senhor Khalihenna Ouald Errachid, Presidente do Conselho Real Consultivo para os Assuntos saranianos na margem do seu programa de informação sobre o dossiê referente a Senhor Aminatou Haidar, as informações trataram de um relatório intitulado - Documento de direitos humanos sob aspecto quente da política- O jornalista intrevistador em Rabat caracterizou o assunto de - uma Bola política no estadio dos direitos humanos- frisanso sobre o documento entregue  para Haidar que comprova as indenizações financeiras decorrente da época das violações conhecida ' epoca do fogo- no âmbito do programa da conciliação e da justiça social.



MBC realizou uma entrevista com o Presidente do Conselho

 Sr. Khalihenna:Senhora  Aminatou Haidar diz que ela pertence a um país que chama  Sara ocidental e este é um país não existe|

 Sr. Khalihenna: Aminatou Haidar pode  retornar a sua terra natal, mas se ela se compromete a exercer suas actividades humanitárias com respeito a Constituição e conforme a lei marroquina

O canal MBC via satélite divulgou a entrevista com o senhor Khalihenna Ouald Errachid, Presidente do conselho real consultivo para os assuntos saraniansos no sábado à noite, na margem de um extenso relatório sobre o dossie do Aminatou Haidar , intitudado  -  dossie dos direitos com temas quentes políticas-  O relatório  caracteriza a questão como  "futebol político no Estadio de direito."

 O senhor Khalihenna Ouald Errachid tem dito que Aminatou Haider entrou num esquema de troque no exterior com a Frente Polisário e  Argélia, visando  constranger Marrocos e Espanha, escapar da responsabilidade diante da resposta ás resoluções do Conselho da Segurança  que apela para uma solução rápida face á  questão do Sahara.

O presidente do Conselho sublinou que Haidar poderia retornar ao Marrocos com a condição de respeitar o seu compromisso como activista diante dos direitos humanos praticados no passado, sem quaisquer problemas, conforme a Constituição e o respeito das leis do Marrocos, em vigor.

A seguir está o texto integral da entrevista
 
 MBC: Comigo de Rabat o senhor  Khalihenna Ouald Erachid, Presidente do Conselho Consultivo para os Assuntos saranianos, para falar sobre este assunto, como representante dos componentes da comunidade saraniana. Boa noite, inícialmente a imagem como ela, parecia contraditória de uma lado  Aminatou Haidar e de outro o  governo, conforme o que tem dito oficialmente e divulgado pelo Marrocos,  perguntando qual é realidade disso?

Sr. Khalihenna Ouald Errachid: Boa noite, primeiro gostaria decorriger o atributo, que é o Presidente do Conselho Real Consultivo para os Assuntos Saranianos.

MBC: Bem-vindo


Sr. Khalihenna Ouald Errachid: Bem-vindo, Na verdade o que aconteceu com esta senhora  Aminatou Haidar que gozava da sua nacionalidade marroquina e exerce todas suas actividades como tal, Mas ela derepente negou a sua nacionalidade, e ...

MBC: (interrupção ) e por que ela desistiu da sua cidadania marroquina, na sua opinião?

Sr. Khalihenna Ouald Errachid: na minha opinião, ela faz parte de uma abordagem planejado no exterior, especialmente com a Frente Polisário, e Argélia visando a atormentar as relações do Marrocos com  Espanha. Esse plano busca criar uma situação embaraçosa e uns problemas nas relações bilaterais entre os paises vizinhos. Assim plano é feito para que a Frente Polisário e a Argélia possam se afastar da responsabilidade no que diz respeito as decisões e as resoluções do Conselho de Segurança que chama as partes para  encontrar uma solução rápida para a questão do Sara, com base na negociação e no diálogo, e com vista a sair do impasse e encontrar uma solução pacífica, que consolida a cooperação e a construção do Magrebe. Esta solução encontra-se no plano de auto-governo, face ao Polisário que o refuta.

MBC: Você acredita, o Sr. Khalihenna, que afastar Aminatou longe do país iria resolver as coisas, ou vai agravá-las? No final, ela está num país europeu, e sua saúde está piorando, ela está em greve de fome?

Khalihenna Ouald Errachid: Senhora  Aminatou Haidar ela disse que pertence a um país que é chamado Saara Ocidental, e este país não existe, o Saara Ocidental é uma parte do Reino de Marrocos, e por isso que todos os países do mundo agem confore as leis, a lei em vigor em Marrocos é a Constituição a qual estabelece a ordem de entrada e saída e de e para  aeroporto. Se  Aminatou Haidar abandona  este assunto, isso faz parte da legislação em vigor. Podendo establecer sua situaçao voltando á parte de partida mas ela deve  se comprometer com respeito aos assuntos que ela respeitou como antes para ter de vota seus documentos e seu  passaporte marroquino.
 
MBC: Ela vai votar ao seu país na sua opinião, há quem diga que esta questão política deve ser resolvida em casa

Senhor Khalihenna Ouald Errachid: Primeiro o Marrocos não é ele que criou o problema, a Sra. Aminatou Haidar não é a primeira mulher a sair e entrar na área. Ela que  escolheu o momento certo para fazer essa operação teatral que prejudica e afeta o sentimento do povo, isso não tem relação  com Aminatou Haidar e não da  sua actividade que ela exerce em Laayoune, mas é uma questão que visa afetar os interesses superiores em termos da segurança, da política e do bem comum , nacional de todo o Reino de Marrocos num âmbito da sua soberania e integridade territorial do sara, isto é o seu objetivo ...
 
MBC: (interrupção), então não vai regressar ao seu país de origem, na sua opinião?

Senhor  Khalihenna Ouald Errachid: Sim, é possível que ela retorne a sua pátria, isso tudo depende do que ela vai decidir por conta própria, Ela está agora em greve de forma voluntária e pessoal. Ele pode parar esta greve e solicitar a devolução da cidadania e mas com compromisso de exercer sua actividade com respeito no âmbito da Constituição e das leis do Marrocos, e assim ela é tratada como todos os marroquinos.
 
MBC: Muito obrigado, Sr. Khalihenna

 

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