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terça-feira, 14 de julho de 2020
 
 
 
Debates Televisivos

Presidente do Conselho Real: conceder ao Sara um governo autônomo alargado sob a soberania marroquina mudará o aspecto do reino

O Presidente do Conselho Real Consultivo para os Assuntos saranianos disse que a decisão para conceder um autonomia alargada as provincias do sul, sob a soberania nacional do Marrocos  mudará a visão do reino, bem como a visão do continente africano, acrescentando que " a iniciativa proposta de autonomia como projeto detalhado vai permitir ainda transformar positivamente a visão do continente africano e do mundo arabe,  em razão do seu conteudo e das consequências positivas promovendo modelos de democracia e permitindo a participação de todas as camadas sociais e políticas a envolver em termos sociais e culturais.



O presidente considerou que a decisão da sua Majestade o Rei Mohammed VI é  uma decisão sábia e realista que visa solucionar definitivamente o problema do sara. Tendo em vista que os sarauí onde eles se encontraram através da história tiveram sempre um laço forte e sólida com a sobernaia e a lealdade, desde a época da Dinastia Morabiti, depois O Sadiin e em seguida a família real de Mulay Ismael que se afiliou com os sarauís. E na época moderna, depois da independência do Marrocos graças ao falecido Mohammed V, quando uns delegados dos sarauís vieram para Rabat, permanecendo um mês frente o Placio real com vista a prestar a lealdade e fidelidade junto ao defensor da independência do Marrocos e o patriarca do reino o rei Mohammed V que sua alma esteja em paz.

O presidente sublinhou também que os sarauís são representados e todas as tribos, eles  todos festijaram e aprovaram a volta do rei Mmohammed V do seu exílio, como símbolo de todos por história e relações ancestrais tendo visto por eles todos na lua. Frisou ainda o senhor Khalihenna sobre a constituição dos separatistas como filhos dos sarauis, dos defensores e antigos patriotas marroquinos, aqueles que seguiram suas educações nas escolas primárias e segundárias bem  como no liceu e nas Universidades marroquinas,  o resultado do impasse não sai então de um  aspecto socio-econoômico e político.

Resumindo que a origem do problema foi a indiferença e o esquece que as províncias do sul tinham sofrido inclusive aquelas que forma incorporadas a pátria como a região de Tarfaia, provocando o descontentamento dos jovens e do povo que formaram a frente do polisário, aproveitando da situação instávael internamente e mundialmete 

 

 

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