الـعـربية Español Français English Deutsch Русский Português Italiano
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
 
 
 
Dossiers

A primeira Roda de negociação sobre o Sara teve lugar no dia 18 de Junho de 2007 à Manhasset, na região de Nova Iorque sob a égide do enviado especial do Secretário geral das Nações Unidas



O Sara ocidental: a primeira roda das negociações foi "um sucesso", afirma o Sr. Ould Errrachid.

 A primeira roda das negociações sobre a pergunta do Sara ocidental, que se realizou sob a égide das Nações Unidas, no dia 18 e 19 de Junho à Manhasset (Nova Iorque), foi "um sucesso" na medida em que "chegou-se à uma situação onde o diálogo foi estabelecido", afirmou o Presidente do Conselho Real Consultivo para os Negócios Sarianos (CORCAS), o Sr. Khelihenna Ould Errachid.

 "é exactamente o que deseja o Marrocos, que sempre foi para o diálogo para chegar à uma solução política e definitiva à questào do Sara", sublinhou numa declaração à imprensa terça-feira na sequência desta  primeira roda.

O Marrocos "deseja que este diálogo possa, no âmbito de uma cultura de transparência, conduzir finalmente a um compromisso honroso", tem dito recordando a dinâmica que suscitou a proposta marroquina de autonomia, que é "um grande projecto".

"somos optimistas e formamos o desejo que a boa fé e a boa vontade de todas as partes, o Marrocos, o Polisario, assim como os países vizinhos, possam permitir e de modo a conduzir à uma solução que ponha termo à situação do impasse", acrescentou Ould Errachid.

O Marrocos, sublinhou, a esse respeito, pôs sobre a mesa "suficientemente elementos importantes e fundamentais para terminar de uma vez por toda qualquer que seja conflito".

Este primeiro arredondamento, que se desenrolou "num bom ambiente" foi marcado "por um diálogo honesto e transparente", com a delegação do Polisario presidida por Ali Mahfoud Beiba, presidente do Parlamento do Rasd (república árabe sahraoui democrático, entidade autoproclamados que ninguém não reconhece), que constitui em si "um grande progresso".

O Marrocos foi representado nesta primeira roda de negociações por uma importante delegação, composta dos Srs. Chakib Benmoussa, ministro do Interior, Taieb Fassi Fihri, o ministro delegado aos Negócios estrangeiros e a Cooperação, Fouad Ali Himma, o ministro delegado dentro, Khalihenna Ould Errachid, Mohamed Yassine Mansouri, Director Geral dos Estudos e a Documentação e Mostafa Sahel, representante permanente do Reino do Marrocos junto da O.N.U.

Foi uma declaração preliminar do Sr. Benmoussa aquando da conferência de imprensa celebrada a Nova Iorque

A delegação marroquina sobre as negociações relativa à questào do Sara foi apresentada terça-feira na sede da missão permanente do Marrocos junto a O.N.U em Nova Iorque, bem como uma conferência de imprensa na sequência da primeira roda tida nos dias 18 e 19 de Junho à Manhasset situado em subúrbio new yorkaise.

Aquando de esta conferência, celebrada na presença dos representantes dos vários meios de comunicação social internacionais, o ministro do Interior, o Sr. Chakib Benmoussa, fez uma declaração preliminar incluindo a seguir o texto:

"A primeira roda de negociações que foram em conformidade com a resolução do Conselho de segurança N. 1754 e com base na oportunidade que oferece a Iniciativa marroquina para a negociação de um estatuto de autonomia para a região do Sara, terminou.

" Esta resolução constituiu uma ruptura com o passado e engrenou um novo processo em harmonia  e apoio da comunidade internacional com o objectivo de chegar à uma solução política definitiva e negociada.

Estas negociações pelas quais chamou o Conselho de segurança são o resultado dos esforços empreendidos pelo Reino do Marrocos a fim de chegar à uma solução política que deve pôr termo ao conflito, apresentando uma iniciativa elaborada com a participação do conjunto das componente políticas do Reino e o Conselho real consultivo para os negócios sarianos, que representa a maioria dos filhos do Sara.

Esta iniciativa recolheu um largo apoio internacional como contribuição para a consolidação da paz e a estabilidade na região, de molde a reunificar todos os Sahraouis e pôr termo aos sofrimentos humanos suportados pelos nossos irmãos à Tindouf.

Estas negociações pelas quais assistiu os nossos irmãos Mauritanos e Argelinos, foram uma ocasião no curso do qual encontramos uma parte dos nossos irmãos sahraouis, para trabalhar juntos a encontrar uma solução política mediana, consensual e definitiva a este conflito que dura desde décadas na região.

O Marrocos anunciou, desde a adopção da resolução da ONU, que tornar-se-á às negociações com boa fé e com a mão tensa, após ter tomado a iniciativa de propôr uma solução realista, séria e responsável cujo o espírito procede com toda legalidade internacional e com os modelos de autonomia em vigor nos países democráticos, esperando que esta solução fosse um meio para a realização das aspirações dos povos da região magrebina para poder viver na paz e na segurança.

A proposta marroquina prevê igualmente que o estatuto de autonomia da região será objecto de negociações e sujeito às populações referidas no âmbito de uma consulta de referendo e livremente.

Este referendo constitui, em relação à legalidade internacional, a Carta das Nações Unidas, as resoluções da Assembleia geral e o Conselho de segurança, um exercício livre por estas populações para ter o seu direito à autodeterminação.

O Marrocos tem uma firme vontade e determinação de trabalhar para assegurar o sucesso deste processo e chegar um regulamento que transcende a impasse e as sequelas do passado e responda às chamadas das Nações Unidas e a comunidade internacional.

O objectivo do Marrocos é igualmente sair a região do impasse, premunindo contra os perigos do terrorismo, o crime organizado e construir o futuro do Magrebe árabe sobre novas bases de reconciliação e de cooperação.

Durante este arredondamento de negociações, que se desenrolou dois dias durante, o Marrocos apresentou a sua proposta sobre a concessão de uma larga autonomia à região do Sara.

Esta roda foi uma ocasião histórica que permitiu a abertura de um diálogo entre o conjunto do Sahraouis, com a participação activa do Conselho real consultivo para os negócios sarianos, na pessoa do seu presidente. Neste quadro, a delegação marroquina afirmou que esta Iniciativa foi acolhida positivamente pela comunidade internacional e o Conselho de segurança através da resolução 1754 que considera-o como séria e credível e oferecendo um elemento novo de negociação.

É a única solução realista e indivisivel para o regulamento deste conflito, capaz de permitir aos filhos as redescobertas do Sara, preservando a sua dignidade e garantir-lhes uma vida decente.

O Marrocos afirmou igualmente que a Iniciativa que apresentou e apesar da sua complementaridade e a sua homogeneidade continua a ser aberta ao enriquecimento, no âmbito da negociação consensual e o respeito do princípio da integridade territorial do Reino do Marrocos.

Apesar da boa fé apresentada pelo Marrocos aquando de estas negociações, a outra parte acampou sobre as suas posições anteriores e não formulou nenhuma proposta construtiva que deve permitir sair do impasse.

Pior ainda, continuou a ser unido e encolhido sobre os planos anteriores que o Conselho de segurança e a comunidade internacional atestaram pela sua inaplicabilidade, assim como ela cortou-se de trás interpretações artificiais e leituras selectivas do princípio da autodeterminação.

Lamentamos além disso que as declarações de outra parte permanecem negativas e não responder à vontade da comunidade internacional de iniciar negociações construtivas e marcas de boa fé e responsabilidade.

Estas posições confirmam que a frente de Polisario e os que apoiam-no ainda não têm apreendido a importância desta oportunidade histórica e a possibilidade que oferece para realizar a paz e a reconciliação, selando as redescobertas e pôr um termo ao drama humanitário que vivem os nossos irmãos nos campos de Tindouf desde décadas.

O Marrocos reafirma a sua vontade sincera e a sua firme determinação a ir em frente com o processo e a prosseguir um diálogo construtivo com base na dinâmica engrenada pela proposta marroquina, sob a égide das Nações Unidas, é uma proposta madura seja pela grande esperança que tem para acabar com este conflito, que é um bem final para o conjunto das partes ".

" Sara ocidental: O Marrocos aborda as negociações com confiança e serinidade

 Ao contrário do passado, nunca os Marroquinos tiveram tanto a convicção, neste negócio nacional, eles têm agido com boa fé e convidando a comunidade internacional para apoiar esta solução que é  justa, definitiva e duradoura para o Sara.

O local da missão diplomática em Nova Iorque é uma alvenaria bastante imponente, respectavel e digna.  É iluminada  como se for para os grandes dias de festas, era  sábado a noite dia de16 de Junho de 2007, quando recebia os membros da delegação marroquina encarregada, sob a égide das Nações Unidas, para iniciar as negociações com o Polisario tendo em vista a oferta marroquina.

O hóspede, Mustapha Sahel, o representante do Marrocos às Nações Unidas, faz de todo e de modo que os seus convidados sintam-se à vontade e abordem o trabalho histórico que espera-o e com mais serenidade.

O ambiente entre os membros incontestavelmente é distendido mas sobretudo muito profissional. Os delegados marroquinos parecem dominar perfeitamente o seu assunto e sobretudo fazem mostra de uma avaliação notável.

Formulam e reformulam, eles põem em perspectivas às perguntas mais precisas com uma calma à qualquer prova. Antecipando sobre os desenvolvimentos eventuais com o mesmo controlo.

O projecto marroquino de autonomia pela sua densidade, e sua credibilidade reconhecida e por o seu reconhecimento explícito internacional no qual  ele benefíciou. Ele impõe do mesmo uma metodologia de trabalho.

Os debates entre as delegações serão livres e cruzados. Nenhuma exclusão ou forma de marginalização de um ou dos outro não é aposta.

O trabalho é livre num clima de abertura com convivialidade e espontâneanidade.

As Nações Unidas adoptaram inegavelmente uma fórmula que, pelo confinamento relativo dos negociadores, que isso se assemelha à Campo David.

Com efeito à Manhasset e nos arredores de Nova Iorque, os negociadores seram conduzidos, a partir do 18 de Junho, de tomar as suas refeições e os seus cotejos juntos.

Está previsto igualmente que passam todos as noites dos dias 17 e 18 de Junho sobre o sítio das negociações. Espaço fechado, favorecendo as relações conviviais, criando as condições dégel político e psicológico..., as técnicas são conhecidos e as Nações Unidas neste negócio envolvem com certa confiança.

Apesar da metodologia retida por Peter Van Walsum, todos sabem que as discussões serão árduas e, certamente, longas.

Esta primeira sessão cobre por conseguinte um carácter simbólico evidente - ela quebra o gelo - mas todo será dito a partir do primeiro dia.

Pelos factos, os seis delegados negociadores marroquinos não serão apoiados ao retorno ao serviço, eles sào muito ai  a Manhasset, gracias a uma equipa de expertos para a maior parte dos Marroquinos sahraouis que ocupam postos de elevada responsabilidade ao ministério do Interior, o Corcas ou noutra funçào.

Estes ultimos têm por missão o controlo do processo, nomeadamente sobre os aspectos humanos para trazer mais avaliação e mais pontiaguda ao mesmo tempo, pelos negociadores.

"Somos uma delegação nova, com rostos novos, representando um Marrocos novo e com um projecto novo, e credível, para sair a nossa região da crise."

O que nos importa, a soberania marroquina em equação, é permitir ao Sahraouis e a todos os Sahraouis uma autonomia legal de acordo com a negociação e de maneira que eles possam gerir estas províncias.

A oferta de autonomia que é proposta é um quadro democrático, moderno e suficiente para exceder objectivamente todas as contradições herdadas do passado ", disse tranquilamente, o ministro delegado dentro, Fouad Ali Himma."

As declarações feitas algumas horas anteriormente por Chakib Benmoussa, o ministro do Interior e Chefe da delegação marroquina, aos meios de comunicação social terminaram pela precisào à carta e o espírito da folha de estrada marroquina.

Ao contrário do passado, nunca os Marroquinos tiveram tanto a convicção, neste negócio nacional, apenas eles trazem de boa fé para a comunidade internacional uma solução que pode ser justa, definitiva e duradoura para o Sara.

A delegação marroquina não é uma delegação de circunstância ou do passado.

É constituída das pessoas que trabalharam sobre o processo e que fizeram a volta do mundo - mais de 30 países - para explicar a oferta marroquina de autonomia.

 Fonte: Corcas

 

 Este site não será responsável pelo funcionamento e conteúdo de links externos !
  Copyright © CORCAS 2020