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9 de junho de 2026
 
 
 
Primeira Página

O povo marroquino comemora, do dia 20 ao 23 de Novembro, o quinquagésimo segundo aniversário do lançamento das operações do Exército de liberação no Sul do Reino, que constituiu uma página brilhante na  epopeia da conclusão da independência e da integridade territorial.



O povo marroquino e os habitantes desta região cuja a contribuição pela luta nacional foi o mais notável, não podem que ser orgulhosos deste aniversário que ravive a lembrança de peripécias gloriosas que refletem toda fidelidade e a lealdade junto ao Trono Alaouita e à unidade nacional.

Este aniversário constitui uma ocasião de recordar os sacrifícios realizados pelo povo marroquino em prol de consolidar a soberania da nação e defender os fundamentos da identidade nacional face às tentativas do colono que visam o desmembramento do Reino.

Nesta abordagem trata da importância da mobilização de resistentes das províncias do Sul merece ser posta em relevo, tanto foi a expressão da vontade da emancipação nacional, como a demonstração incontestável da devoção e do patriotismo do povo marroquino contra o desejo do colonialismo.

Assim, os nacionalistas que pertencem aos tribos saranianos efectuaram combates heroïcas em diversos sectores da região de Sakia Lhamra e Oued Eddahab, obtendo assim vitórias incontestáveis, nomeadamente nas batalhas de Dchira, de Lblaya, de Lemssid e de Erghioua.

Mais ao norte, os tribos Ait Baâmrane atacaram com bravura dezasseis centros espanhóis, infligendo-lhes importantes perdas materiais e humanas; obrigando-lhes a retornar para a cidade de Sidi Ifni.

Estas partes superiores feitas foram registadas aquando de combates, nomeadamente, a Tabloukt, Bizri, Boursas, Tighza, Bijarfan, Sidi Mohamed Ben Daoud, Alalan Tamoucha e Sidi Ifni.

Em concomitância, o Marrocos efectuava um combate político para consolidar a unidade nacional e estendia uma acção diplomática intensa ao nível das instâncias internacionais.

Com efeito, o falecido SM o Rei Mohammed V não cessou de reclamar o direito do Marrocos a liberar o seu Sara, nomeadamente no Seu famoso discurso marcado no dia 25 de Fevereiro de 1958 a cidade de M' Hamid Al Ghizlane onde foi acolhido pelas delegações e os representantes dos tribos saranianas que afluíram por toda a parte para renovar a sua fidelidade (Beiâ) ao Soberano e reafirmar o seu compromisso em prol da integridade territorial do Reino.

Estes esforços foram coroados primerio com o regresso da cidade de Tarfaya no regaço da nação em 1958 e a cidade de Sidi Ifni no dia 30 de Junho de 1969, e depois pelo reconhecimento da Organização das Nações Unidas - ONU do dia 6 de Novembro de 1975, da gloriosa Marcha Verde que deu uma demonstração magistral ao mundo inteiro diante da profundidade das aspirações unitárias do povo Marroquino e da sua mobilização junto ao antigo rei SM Hassan II, defendendo a unidade territorial do Reino.

A recuperação do Oued Eddahab no 14 de Agosto de 1979 testemunha, por sua vez, a ancoragem indestrutível dos tribos saranianas no pedestal fundador da identidade e da unidade nacional.

Hoje, o Marrocos, sob a condução iluminada da SM Roi Mohammed VI, mantem o seu impulso de mobilização para defender a sua integridade territorial caramente adquirida, reafirmando ao mesmo tempo ao mundo inteiro a sua firme vontade de trabalhar pelo tratamento dos aspectos do conflito artificial e reforçando a cooperação na região do Magherb a fim de concretizar as esperas de seu povo.

A Iniciativa marroquina de conceder uma autonomia alargada às províncias do Sul se inscrive numa linha de condução sábia e que emana da vontade firme do Soberano que evocou, no Seu discurso do Trono do dia 30 de Julho de 2008, o momento decisivo positivo e único que conhece a causa nacional.

Os esforços sustentados realizados corajosamente pela diplomacia ofensiva desentupiram sobre um desenvolvimento positivo e substancial. Trata em ocorrência do reconhecimento pela O.N.U da seriedade e da credibilidade da Iniciativa corajosa de autonomia marroquina, bem como o carácter irrealista e ilusório do separatismo.

Paralelamente, o Marrocos registou um apoio internacional crescente em prol da soberania do Reino sobre o seu Sara, nesse sentido o Soberano tem dito

" Todo tão resolutamente, afirmamos a rejeição, pelo Marrocos, de qualquer tentativa que visa impôr o facto realizado ou prejudicar a sua integridade territorial"

Acrescentando que esta celebração do quinquagésimo segundo aniversário do lançamento das operações do Exército de liberação no sudeste trata de  uma ocasião idónea para perpetuar os valores nobres do patriotismo e das suas profundas significações às gerações presentes e futuras.

Fonte: Map
Actualidade sobre o sara ocidental/Corcas

 

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