Assim os Marroquinos celebram o trigésimo terceiro dia da Marcha verde, restaurando a memória dos marroquinos que participaram nesta Marcha Verde que foi objeto dos ultimos desenvolvimentos ligados à questão do Sara, a nível internacional, e que consolidou o apoio dos paises ocidentais diante da proposta real de autonomia. Ela é considerada como uma forma do governo avançada baseada na justiça social capaz de acabar com o diferendo que durou mais de três décadas.
Em 16 de Outubro de 1975, o falecido Hassan II, rei do Marrocos, deu o inicio desta Marcha popular no qual participou todo o povo marroquino do sul ao norte, essa Marcha é denomindada a Marcha verde que tem por objetivo recuperar as províncias do sul, depois que o Tribunal Internacional de Justiça deu o seu parecer consultivo que o Sara nunca foi um dia uma parte sem ninguém ou seja terrenos vazios, mas que existiam laços e ligações fortes e vínculos jurídicos que comprovam a lealdade e a fidelidade entre o Sultão de Marrocos e o povo do Sara, constituindo assim um reconhecimento da legitimidade das reivindicações de Marrocos para restaurar a terra usurpada.
Neste mesmo dia seis de novembro de 1975, 350 mil marroquinos e marroquinas marcharam em direção ao sul da província do Reino; visando libertar a região da ocupação espanhola, todos unidos pela mesma fé e acreditando firmemente de forma pacífica e civilizada para a realização deste objetivo sublime de forma excepcional. E pela premeira vez a bandeira nacional aparece no ciel da cidade de Lâayoune no dia 28 de fevereiro de 1976, sinalizando assim o fim da presença colonial no sara marroquino, e abrindo o caminho para continuar a envolver no processo de desenvolvimento territorial e na integração sócio econômico.
Neste processo de desenvolvimento no qual o Marrocos envolveu os programas urgentes face a escassez nas estruturas de transformação, o pais ganhou um espaço importante na vida do povo, avançando pouco a pouco para realizar os projetos sociais gracias a um ritmo criativo, sobretudo após a criação da Agência para a reabilitação e o desenvolvimento económico e social das regiões meridionais.
A Habitação e a Construção formam um dos eixos fundamentais do desenvolvimento de programas nas regiões do sul que contribuíram para o desenvolvimento equilibrado e sustentável da economia, como foram evidenciados os programas realizados gracias à unidade e à reconciliação, garantindo mais de 20 mil habitações a favor dos habitantes do sara. Esse programa visa erradicar à habitação e moradia inadequada e à reestruturação dos bairros que foram inacabados, obrando pelo fortalecimento do aspecto social e patrimonial e reabilitando as principais áreas urbanas com a reestruturação e fortalecimento da infra-estrutura.
Foi uma dinâmica estratégica que visa o futuro das províncias do sul a serem engrenadas na nova abordagem do governo autônomo que o pais esta negociando junto aos partes envolvidas numa filosofia de dar oportunidade às diferentes partes do Marrocos para contribuir com suas forças envolvidas nos programas de investimentos e no desenvolvimento das estruturas socio-econôomicas e naturais ao serviço da pátria e dos cidadãos.
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