E Sr. Fassi Fihri, em uma entrevista concedida ao jornal «vida« publicada na terça-feira, tem dito que Marrocos está diariamente em consultas com o Secretariado das Nações Unidas sobre a retomada das negociações; «com vista a determinar se o novo representante do Secretário-Geral vai visitar a região antes da quinta rodada de negociações. E a que nível essas negociações serão realizadas, conforme que acordo e que ordem do dia e, o que mais importante e como serem possíveis a aplicação concreta das últimas decisoes do Conselho de Segurança, quanta ao compromisso; ao realismo e à credibilidade dos esforços do Marrocos ».
O ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação tem dito que não tem condições de negociar com o polisario porque nào ha outro modo a nao ser o avanço nas negociações com compromisso e boa vontade; empenhando de forma profunda e conforme previsto na recente decisão do Conselho de Segurança que considerou a autonomia como um especie de conceito moderno e avançado apresentado pelo Marrocos.
Por outro lado, o ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação falou sobre as etapas ao longo deste processo; Ele lembrou que o plano de Marrocos que concede autonomia para o Sara sob a soberania e a integridade territorial do país é feito; surgindo uma solicitação urgente da comunidade internacional, após especialmente que este dossiê foi bloqueada diante de uma sequência em 2004.
E Sr. Fassi Fihri, neste contexto, o seu apelo internacional para encontrar uma solução política para o conflito significa um convite para o compromisso e afastar-se das opções opostas no âmbito do plano de paz desde o ano 1991; quando foi colocado a escolha entre o referendo a independência ou a integração.
Ele acrescentou que, após o exposto, com o tempo, o referendo não pode ser aplicada por muitas razões objectivas, a idéia de uma solução política foi colocada na mesa após varios esforços realizados pelas Nações Unidas.
Foi registado que James Baker, Secretário Geral das Nações Unidas tem respresentado a seu relatorio dizendo da impossibilidade de aplicação de um referendo e, em seguida, veio seu sucessor, Alvaro de Soto e propôs a entrar em negociações sobre a autonomia, que foi rejeitado pela Argélia, »Polisário», isso fez com que o dossiê seja parado e principalmente depois de Soto em 2004. Trata de um impasse ate mesmo antes de emitir o seu parecer; exortando o Conselho de Segurança sobre os partidos a fazer esforços para ultrapassar ou resolver o impasse visando chegar a uma solução política.
o Sr. Fassi Fihri lembrou que «a partir de 2005, durante a visita de Sua Majestade o Rei Mohammed VI a Cidade de Làayoune, dando sinal para a criação do Conselho Real Consultivo para Assuntos saariana, Marrocos já entào iniciou consultas com as partes e com a população das províncias do sul, e explicitando o objetivo da autonomia como proposta em abril de 2007", salientando que, graças a esta iniciativa «nós entramos em uma nova série de negociações, sob o convite do Conselho de Segurança, tendo como proposta do Marrocos definitva do diferendo e terceira »
O Sr. Fassi Fihri disse que Marrocos e o representante do secretário-geral, Peter Van Walsum, desde janeiro de 2008 estào buscando saida e que era difícil para o Marrocos «permanecer em uma série de negociações sem sucesso, ele nos disse: Se o Conselho de Segurança nos aclariou mais, durante uma reunião em abril de 2008, o roteiro da proposta marroquina , vou assumindo com plena responsabilidade de manifestar a minha posição, então você vai vendo que eu administrou durante as negociações (em Manhasset) com vista a única tendência clara que trata de uma solução final, através de autonomia».
Acrescenta ainda o ministro dizendo «vamos aceitar o princípio da assiduidade na quarta rodada de negociações em Manhasset, em março de 2008, tendo sido que Van Walsum antes de abril último, como enviado especial junto ao secretario geral do Conselho de Segurança, tem dito que a opção da independência não é uma opção realista. Diante disso; tanto o Polisário como a Argélia manifestaram a indignação nesta quinta-feira e ameaçaram, e solicitando oficialmente ao despedimento deste emissario da ONU », acrescentando que tudo isso coincidiu com o final da década, que liga Van Walsum com a organização internacional foi em agosto 2008".
O ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação resumiu o statuto atual deste dossiê, diante do apelo a uma quinta rodada de negociações a ser apontada em três pontos, o primeiro consiste nas recentes resoluçoes do Conselho de Segurança que foram bem claras a favor da autonomia marroquina, chamando as partes para envolver na proxima rodada de negociações com um espírito de compromisso e de realismo , isso é capaz diante dessas opções distintas, a realidade significa que a independência é impossível, por muitas razões".
O segundo ponto, se diz respeito tem dito o Sr. Fassi Fihri, a nomeação de um novo representante do Secretário-Geral. Em relação ao terceiro ponto sobre « o quadro no qual o novo secretário-geral possa trabalhar, de qualquer forma, e como se pode facilitar o seu trabalho, de modo a nào voltar ou regressar ao ponto inicial».
Depois que o ministro tem indicado que as consultas que o Marrocos desempenha diariamente junto as Nações Unidas em prol das próximas negociações e com vista a alcançar progressos tangíveis, salientando mais uma vez que o Reino não detem nehnuma reserva sobre a nomeação de um novo representante pessoal do Secretário-Geral das Naçoes Unidas, desde que «não voltar para o ponto de partida para as negociações».
Fonte: Map
(Notícias sobre o Sara Ocidental arquivo / corcas)