Numa declaração ao MAP, o Sr. El Fassi Fihri sublinhou que " que esta resolução conforta aquela decisào tomada o ano passado, durante a quarta Comissão procedendo a uma real refundição das resoluções que foram tomadas desde o ano 1965 a respeito deste dossiê, tanto quanto a nível da linguagem, como na diligência e na visão. Estas disposições encontram-se doravante largamente em fase inicial com a evolução recente da questào, nomeadamente no conselho da segurança’.
" Assim, a exemplo do ano passado, a resolução não faz mais referência às propostas anteriores da ONU; cuja a caducidade foi reconhecida pelas Nações Unidas " , disse o ministro.
" Traz, igualmente, precisões úteis a respeito do princípio da autodeterminação, reafirmando que o seu referencial é múltiplo e que as suas formas são diversas. Com efeito, a resolução confirma uma realidade apoiada pelo conjunto da comunidade internacional, frisando ainda que autonomia é uma forma moderna de autodeterminação que é conforme com o direito internacional e a prática onusiana" , tem observado.
" Esta evolução qualitativa na posição da assembleia geral é uma outra consequência directa e lógica da dinâmica positiva gerada pela Iniciativa marroquina de autonomie" , sublinhou o ministro.
" Com efeito, acrescentou, a resolução se dedica ao nùcleo do processo de negociações, iniciada pela resolução 1754, adoptada pelo conselho de segurança em Abril de 2007, a favor da apresentação do Reino da sua iniciativa de autonomie".
" Além disso, a Assembleia geral sublinha, particularmente, a importância da resolução 1813 (Abril de 2008) que apoiou e reforçou este processo político, chamando às negociações intensas e substanciais, com base no realismo e no espírito de compromiso" , recordou.
" Teram assim os Estados-Membros da Assembleia geral mais uma vez a confirmar que o processo de negociação deveria necessariamente ter em conta os esforços, sérios e credíveis realizados pelo Reino do Marrocos desde 2006, consolidados gracias a elaboração, a promoção e a apresentação da sua iniciativa de autonomie".
O ministro recordou igualmente que " esta resolução reitera, finalmente o apelo junto às partes e aos Estados da região para cooperar plenamente e não somente com a O.N.U, mas igualmente un com outro com vista a chegar a uma solução política definitiva contra este diferendo regional".
Fonte: Map
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