O Reino saudou-se que este texto " responde as suas expectativas legítimas, neste sentido, que integra e apoia os desenvolvimentos ocorridos, durando o ano passado, desenvolvimentos esses cuja a importância e a pertinência procedem da preocupação da Comunidade internacional em prol de incentivar uma nova dinâmica de regulamento, iniciada graças à proposta marroquina de autonomie" , declarou o embaixador, representante permanente do Marrocos junto à O.N.U, o Sr. El Mostafa Sahel, na frente da quarta Comissão.
A proposta de autonomia que tem " desencadeado um processo de negociações é considerada, hoje, como uma via séria e prometedora em prol do regulamento deste diferendo regional" , tem acrescentado.
O Sr. Sahel sublinhou que a delegação marroquina felicita-se, igualmente, que a Assembleia geral põe-se em fase junto com o Conselho de segurança, o mesmo ponto " consagrando assim a mesma visão e a mesma abordagem, destes dois órgãos, quanto ao tratamento deste dossiê".
Neste sentido, acrescentou que " os desenvolvimentos integrados nesta resolução consensual e tendo a ver com a referência feita na sua parte operativa às resoluções do Conselho de segurança 1754 (2007), 1783 (2007) e 1813 (2008), chamando às partes para se comprometer numa fase mais intensiva de negociação, tendo em conta os esforços e os desenvolvimentos realizados, desde 2006, colocados em fase e a favor da resolução adoptada, aquando da última sessão, da Assembleia geral com o Conselho de segurança, que consagra assim a mesma visão e a mesma abordagem ligada a estes dois órgãos, no tratamento desta questão".
" A delegação do Marrocos que se congratula, por último, com o espírito de compromisso e de realismo que prevaleceu entre as partes, aquando das negociações que têm conduzido a este texto consensual, fórmula o seu sincero desejo de ver fechar este diferendo, visando acelerar o advento de um Magrebe unido, próspero, democrático e estável, ao benefício, não somente dos povos da região, mas também dos parceiros internacionais" , sublinhou o diplomata.
A nova resolução sobre o dossiê do Sara apoia o processo de negociações em curso, muito congratularam-se pelo compromisso das partes que possibilitarem entrar numa fase de negociações mais intensiva, tendo em conta os novos desenvolvimentos ocorridos desde 2006.
A adopção, sem voto desta resolução, intervem após longas e laboriosas negociações, a Argélia foi obstinando até lá querer fazer passar um texto que ignora os últimos desenvolvimentos ocorridos no processo do Sara, nomeadamente, as resoluções do Conselho de segurança 1783 (Outubro de 2007) e 1813 (Abril de 2008).
Finalmente tem sido forçada de aceitar as alterações, neste sentido, desejadas pelo Marrocos com o apoio das Uniões Europeias, dos Estados Unidos e de um grande número de países africanos, asiáticos e latino-americanos.
Fonte- Map
Noticias sobre o sara ocidental/Corcas