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segunda-feira, 6 de abril de 2020
 
 
 
Primeira Página

Os saranianos, que conseguem escapar dos campos de Tindouf, sudoeste da Argélia, para retornar ao Marrocos, estão  " arriscando suas vidas, bem como de seus próximos e parentes queridos", sublinhou o primeiro Vice-Presidente do Comitê Nacional para a Política Estrangeira americana, o Sr. Peter Pham.



"Eu, pessoalmente, ouvi relatos tratando do estado psicológico, dos perigos e dos riscos que vivem os sarauis ansiosos para escapar dos horrores dos Campos de Tindouf, tendo por objetivo escapar e regressar a pátria amada,  Marrocos", frisou, quarta-feira, Sr Pham, na magem de uma entrevista junto à MAP, anotando ainda que esta situação ", flagrante coloca em risco os direitos humanos e as liberdades fundamentais nos campos de Tindouf.

O Sr Peter Pham lembrou, também, que o saraniano que regressa escapando do confinamento é considerado como um "testemunho  da grande maioria silenciosa  e presa em campos de Tindouf, sem poder fazer nada por  medo ou sofrer represálias das milícias da Frente Polisário .
 
“ A comunidade internacional deve tomar a iniciativa e defender os seguistrados”

O primeiro Vice-Presidente da Comissão Nacional para a política externa americana, chamou, por outro lado, para um efetivo envolvimento da comunidade internacional, que visa defender os direitos das pessoas raptadas contra a sua vontade nos campos de Tindouf, "começando com um recenseamento pelo qual Argélia continua a opor-se como um fim sem aceitá-lo e  de forma  categórica.

Alguns congressistas e os think tanks americanos tinham, nesse sentido, denunciado, repetidamente, as violações "flagrantes" dos direitos humanos nos campos de Tindouf, chamando para que se possa intervir o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Antonio Guterres, mas de forma urgência para que se assegurasse e protegesse as pessoas sequistradas e detidas.

Todos exortam a organização das Nações Unidas para exerer força e mantendo uma "presença significativa" nesses campos visando a garatir a essas pessoas á protecção, à liberdade de ir e ver, lamentando que o HCR pelo qual o incube precisamente a protecção dos refugiados que estao "confinados, atribuindo-as um papel secundário que se limita aos alimentos e equipamentos”.
“ o Plano de autonomia marroquina, única solução realista para a Questão do sara”

Para remediar a essa situação propicia realtiva à  proliferação das atividades do grupo terrorista Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQIM), o especialista americano nas relações internacionais tem enfatizado que "o plano de autonomia marroquino é a única solução para o conflito do Saara.

Para ele, "a esmagadora maioria dos sarauis já se pronunciou de forma que deixa nenhuma dúvida nem ambiguidade em relaçao a opçao de autonomia sob a soberania marroquina. Isso tem como prova a participação maciça de pessoas nas províncias do sul diante das diferentes eleições locais e nacionais realizadas nos últimos anos do reino.

O sr. Peter Pham formou o desejo que "as populações sequestradas nos campos de Tindouf possam, também, beneficiar de  escolha para que elas conseguem finalmente se reencontrar com suas famílias no reino do Marrocos."

Ele tem reafirmado, em contrapartida, que a independência como uma opção para resolver a questão do Sara "é um conceito que se inscreve mas fora da lógica objeto da história e geopolítica.
 
A África, tem rebatido, " encontra-se já e plenamente no meio, diante dos perigos que podem decorrer do terrorismo, em detrimento de toda a justa governação e efetiva", frisando que "a última coisa necessária e pelo  qual o continente precisa é um outro Estado não-viável.

Sr. Pham tinha neste contexto, contestou o "caráter" da ideologia totalitária e o sistema criado nos campos de Tindouf pelo Polisário desde mais de três décadas, onde, segundo ele é nétido "a denegraçao da imagem da liberdade de expressão e de movimento  transformados em um sistema de governança. "

Fonte: MAP
- Notícias sobre a questão do Sara Ocidental / Corcas

 

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