Todos os Marroquinos saranianos detidos nos campos de Tindouf aspiram o dia em que serem livres e poderem reganhar a Mãe Pátria, afirmou Mohamed Ahmed Ould Mbarek Ould Hsina, um Marroquino de origem saranaiano que ingresso ultimamente ao Reino no Domingo passado.
As pessoas sequestradas nos campos de Tindouf, no Sudoeste de Argélia, vivem na tortura diáriamente devido às condições de vida muito dificeis com que eles convivem e do desvio sistemático pelos separatistas de ajuda humanitária fornecida pelas organizações e associações estrangeiras, revelou terça-feira o Sr. Ould Mbarek Ould Hsina numa declaração ao MAP.
Estas condições são devidas igualmente nas exacções cometidas pelos líderes do " " polisario" " contra a oposição dos prisioneiros, particularmente os originários das províncias do Sul do Marrocos, acrescentou.
De acordo com Ould Mbarek Ould Hsina, os prisioneiros não se sentem mais em segurança e são convencidos que eles não podem mais continuar indefinidamente nos campos de Lahmada.
A maioria dos sequestrados sào convencida, hoje mais que nunca, que a proposta de uma larga autonomia para a região do Sara no âmbito da soberania marroquina é a única solução para por fim ao conflito do Sara.
Nascido em 1974 a Assa e originário do tribo do Rguibates Sidi Allal, Mohamed Ahmed Ould Mbarek Ould Hsina, qualifica de crime a seu sequetro ou (detençào) bem como a sua mãe e a sua irmã pelo polisario em 1979.
Uma vez de regresso aos campos de Tindouf (1996), após os estudos na Argélia e em Cuba, ele foi recrutado nas fileiras de milícias armadas separatistas e seguiu treinos sob o enquadramento de oficiais argelinos na região de Bachar. (MAP).
Fonte: MAP
Actualidade relativa à questào do sara ocidental/Corcas