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9 de junho de 2026
 
 
 
Destaques

A Quarta Comissão ligada às obras da Organização das Nações Unidas, em Nova York na sexta-feira, continuou com as intervenções junto aos participantes internacionais sobre a questão do conflito do Sara, isso é marcado por um debate público e o apoio de um número significativo de países Africanos em defesa da iniciativa marroquina que visa resolver o diferendo que envolve as partes, tendo em vista as negociações intensas para chegar uma soluçào do impasse e da estagnação prolongada.



A carateristica do debate é de colocar um termo a algumas distorções que complicam e dificultam o processo da ONU pela frente do Polisário, e neste contexto, a delegação marroquina e representantes de vários países Africano empenharam os esforços face a posição errada feito em nome do Grupo Africano.

Congo aprecia a iniciativa marroquina de autonomia

  Mr. Atoki Leka; Embaixador e Representante Permanente da República Democrática do Congo assegurou a iniciativa marroquina aue visa conceder uma autonomia a regiào do Sara 

O embaixador disse que os congoleses a este respeito: "A República Democrática do Congo registra com interesse a dinâmica" criado pela iniciativa do Reino de Marrocos para negociar a autonomia do Sara.

Ele insistiu que seu país iria "prestar homenagem aos esforços sérios e credíveis de Marrocos, a fim de alcançar uma solução mutuamente aceitável".

Por outro lado, o diplomata destacou que "a República do Congo, não hesitaria em chamar os partidos e os países da região para continuar a cooperar plenamente com as Nações Unidas a fim de avançar rumo a uma solução política".

Depois de registrar um "papel central" do Conselho de Segurança, o embaixador congolês sublinhou que "a República Democrática do Congo vai mais uma vez no sentido da recomendação de modo consistente e imparcial" quanto a Assembléia Geral das Nações Unidas que "apoia as recentes decisões do Conselho de Segurança, em particular resolução 1813.

Em conclusão, ressaltou a necessidade de proteger as negociações em curso ligadas ao Saara "de qualquer intervenção que visa desistimulà-las"

Bukina Faso: A iniciativa marroquina de autonomia constitue uma "boa base para as negociações"

Sublinhou; Michel Kafando, o representante permanente do Burkina Faso junto à Organização das Nações Unidas que a iniciativa marroquina de conceder autonomia para o Sara constitue "uma boa base para as negociações."

O sr Alborkinabe diplomata tem dito que: " registramos de forma particular, a proposta apresentada em abril de 2007 pelo Reino de Marrocos que é caracterisada pelo realismo, sendo assim uma boa base para as negociações", realçando que "a proposta visa ajudar as partes a chegarem a um acordo sobre o que é essencial, e procurando por fim encontrar uma solução política negociada , Duradoura e aceitável por todas as partes"

Considerou o Sr Michel Kafando que, além do  apelo do Conselho de Segurança ", no contexto da sua Resolução No. 1813 que visa a resolução via o realismo, ela também é uma proposta que oferece perspectivas encorajadores".

Por outro lado, o Sr. Kafando destacou que "a comunidade internacional, em particular os países da região, estão convidados a acompanhar constantemente com interesse os partidos em questào para sair deste impasse".

Por outro lado, observou o embaixador "Sr. Peter Van Walsum através de seus esforços durante a missão como sendo o enviado pessoal do Secretário-Geral das Nações Unidas,e via as importantes recomendações que foram feitas em seu último relatório junto ao Conselho de Segurança."

Ilhas das Comores cumprimentam os esforços de Marrocos para resolver o problema do Sara

Elogiaram as Ilhas das Comores os esforços coroados com  credibilidade e seriedades junto ao Marrocos em prol da questào ligada ao diferendo do Sara.

O Sr. Said Mohamed Hussein,sublinhou como representante do país junto as Nações Unidas, que a União das Comores presta homenagem aos esforços do "Reino de Marrocos, mais de uma vez  descrevendo como" séria e credível "pelo Conselho de Segurança, com vista a encontrar uma solução política negociada ao conflito do Saara".

Ele acrescentou que seu país "também apoiou a ratificação do Conselho de Segurança três resoluções 1754 e 1783 e 1813, que exorta as partes a iniciarem as negociações intensas e importantes através de um realismo e espírito de compromisso".

Por outro lado, o Sr. Said Mohamed Hussein da União das Comores tem acrescentado tem dito que o seu pais apoia a proposta do Marrocos e o empenho manifestado pelo Secretário-Geral e o seu enviado pessoal, a fim de "garantir a execução dessas resoluções e atingir o sucesso das negociações com vista uma solução política justa e duradoura aceitável para todas as partes".

 O representante das Ilhas Comores tem dito ainda que seja em qualquer outra região além dissa " E necessàrio compensar a força das armas e teimosidade, por uma forte fé e valores de negociação", porque África disse o diplomata das Comores – tem  necessidade de estabilidade, paz e segurança, para poder chegar a concentrar os  esforços na luta pela conquista do desenvolvimento e progresso.

Gabão cumprimenta o Marrocos pela iniciativa de autonomia  como sendo "ousada e realista"

Gabão elogiou a iniciativa de autonomia proposto pelo Marrocos para resolver o problema do Sara, caraterisando-a de "não só corajosa e ousada, mas também realista."

Emmanuel Iisozi - Ngonde, o embaixador do Gabão e Representante Permanente junto às Nações Unidas, disse que essa presente proposta prevê uma forma de exercício de auto-determinação "dentro do próprio Estado, parece-nos não só corajosa, ousada e realista, mas também", afirmou, observando que o Conselho de Segurança qualificou a iniciativa como " Sérias e credíveis, porque ela visa avançar rumo à resolução deste conflito ".

Acrescentou o diplomata gabones que, na imagem de  muitos outros países ", o Gabão nào pode a nào ser que  suportar a (iniciativa)", como sendo ela é atrás da "evolução da resposta que tem agravado no caminho uma resposta rumo a uma solução definitiva da questão do Sara", enfatizando que seu país "continua convencido de que para sair do actual impasse; tem que  avançar eù prol de uma solução política mutuamente aceitável, a plena cooperação sincera entre todos os partidos, naturalmente, com o apoio da comunidade internacional que é muito essencial do que nunca. "

Tendo dito que a negociação continua a ser a única forma de resolver o problema do Sara, o diplomata gabones destacou a necessidade "de evitar soluções que são divisionista, acrescentando que as Nações Unidas devem redobrar os esforços para que esta aproximaçào seja superior a qualquer outra abordagem."

Ele chamou o Sr. Emmanuel Por fim, "todos os partidos para fazer as especificidades dos componentes de convergência em prol da paz e do desenvolvimento na região do Magrebe", lembrando que a África e o Magrebe " retirariam um grande benefício."

Várias delegações Africanas da quarta comissão renunciaram a falsa declaração sobre o Sara pelo Embaixador do Quênia, em nome do Grupo Africano

  Denunciaram os  representantes de diversos países Africano o informado equivocado na quinta-feira pela Quarta Comité das Nações Unidas em nome do Grupo Africano, tendo o embaixador da Quênia reconheceu pessoalmente o erro.

O representante permanente da Quênia para as Nações Unidas Zachary Muburi, tinha afirmado  em nome deste grupo, que "o território do Sara Ocidental continua a ser o único não-independentes, apesar de a Assembleia Geral das Nações Unidas tem reconhecido o direito do povo sarauí à autodeterminação e a independência".

A delegaçào marroquina advertiu que tem manifestado a sua surpresa de tais declarações, o embaixador zambiano, que, por sua vez, tentou transmitir esta posição na sexta-feira antes da Quarta Comissão também.

Assim, a intervençào foi a embaixador do Marrocos permantente junto às Nações Unidas, o Sr. Mostafa Sahel, na margem de um sistema de pontuação, recordando que o seu homologo queniano "fez um pedido de desculpas pelo o erro, porque o texto da lei não foi objecto de uma discussão no seio do grupo grupo, no qual o Reino faz parte, embora a questão da declaração não foi originalmente colocada na ordem do dia deste grupo ".

O Sr. Sahel sublinhou também a necessidade para que "A Comissão não considere a declaração, que foi apresentada na quinta-feira e que envolve o Grupo Africano".

Como resultado deste esclarecimento, o presidente da Comissão deu ao embaixador da Argentina Sr. Jorge Argüello Artero a palabra  para o embaixador do Zimbabué para que ele possa prosseguir a sua intervenção, pedindo-lhe para "clarificar tendo em conta o embaixador marroquino."

Tem aproveitado um número de embaixadores Africanos, em particular os embaixadores do Gabão e Guiné Equatorial, Burkina Faso, para declarar o desacordo absoluto com a posição declarada pelo Embaixador do Quênia. Eles sublinharam em suas intervenções o desacordo que fuge daquelo que foi dito, sendo que isso não reflete de forma alguma o parecer do Grupo Africano junto às Nações Unidas.

Fonte: Corcas Map

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