"Louvado seja Deus, e que a paz e as bênçãos estejam sobre o nosso Mestre, Mensageiro de Deus, sua família e seus companheiros.
Caros senhores e senhoras parlamentares,
Hoje, com a ajuda e orientação de Deus, damos início a este último ano legislativo da atual legislatura da Câmara dos Representantes.
Constituindo uma oportunidade para expressar nossa gratidão pelo trabalho realizado, seja nas áreas de legislação, de controle, supervisão da ação governamental ou de avaliação de políticas públicas.
Saudando também os esforços empreendidos para o avanço da diplomacia partidária e parlamentar, ao serviço das causas nobres do nosso país. Chamando para mais diligência e eficácia, num quadro de cooperação e complementaridade, com a diplomacia oficial.
No final deste ano, os membros representantes do povo, chamamos para dedicação ao trabalho, com seriedade e responsabilidade, no intuito de concluir os planos legislativos, implementar programas e projetos abertos, bem como comprometer-se com a vigilância e defesa dos direitos dos cidadãos.
Não deve haver nenhuma contradição ou competição entre os principais projetos nacionais e programas sociais, desde que isso corresponda ao objetivo do desenvolvimento do país, melhorar as condições de vida dos cidadãos, onde quer que eles estejam.
No mesmo contexto, deve dar especial atenção à educação dos cidadãos e à sua informação, dadas iniciativas que as autoridades públicas tomam conforme as diversas leis e decisões, as quais afetam diretamente os direitos e liberdades dos cidadãos.
Esta questão não é apenas da responsabilidade do governo, mas sim de todos nós, e em primeiro lugar, parlamentares representantes dos cidadãos.
Além dos partidos políticos e dos representantes eleitos nos diferentes conselhos eleitos e em todos os níveis territoriais, da mídia, das organizações da sociedade civil e de todas as forças vitais da nação.
Caros Parlamentares,
No último Discurso do Trono, chamamos para acelerar o progresso de Marrocos, abrir sobre uma nova geração de programas de desenvolvimento territorial.
Sendo uma das questões importantes que transcendem as esferas governamental e parlamentar.
O nosso país, graças a Deus, está abrindo suas portas, sobre o dinamismo que foi lançado, visando a maior justiça social e territorial.
Trabalhando no sentido de garantir a todos benefícios e frutos do crescimento, com base na igualdade de oportunidades ao povo do Marrocos unido, em todas as áreas de direitos políticos, econômicos e sociais, entre outros.
Considerando o nível de desenvolvimento local como espelho, verdadeiro reflexo do progresso do Marrocos em termos de ascensão e união, dada a posição de trabalhar e se consolidar.
Diante da Justiça social e combate às disparidades espaciais, longe de ser um slogan vazio ou prioridade temporária, uma importância porém retrocedida em função das circunstâncias.
Considerando isso como uma orientação estratégica à qual todos os atores devem aderir, dado o desafio crucial de reger todas as políticas de desenvolvimento.
Assim o avanço do Marrocos se alcança pela justiça social e ambiental, bem como, pela mobilização e engajamento de todos.
Esta transformação se concretiza graças ao desenvolvimento territorial, a mudança real das mentalidades e dos métodos de trabalho, objeto de uma verdadeira consolidação da cultura de resultados, de dados definidos e de utilização de tecnologias digitais.
Para isso, espera-se ter um ritmo mais acelerado e um impacto mais forte da nova geração de programas de desenvolvimento territorial, pelos quais o governo se orienta e se elabora, no âmbito de relações vantajosas entre as ambas partes, e nas áreas urbanas e rurais.
Trata-se, por um lado, e sobretudo, nas questões-chave e prioritárias, identificando os incentivos e atividades econômicas locais, objeto de oportunidades de emprego para os jovens e os setores de educação e saúde, além do desenvolvimento territorial.
Chamando a todos no sentido de compartilhar cada na sua posição, face às práticas de desperdício de tempo, de esforço e recursos, algo inaceitável, em termos de negligenciar a eficácia e o retorno do investimento público.
Dadas as diretrizes do Discurso do Trono sobre o desenvolvimento territorial, chamando assim para focar sobre as seguintes questões:
– Primeiro: Dar atenção especial às áreas mais vulneráveis, tendo em conta as especificidades e a natureza das exigências, sobretudo as regiões montanhosas e oásis.
O desenvolvimento territorial harmonioso não se pode alcançar sem uma integração e solidariedade efetivas entre regiões e províncias.
Tornando-se imperativo o desenvolvimento das áreas montanhosas, cobrindo 30% do território nacional, atendendo a uma política pública integrada, levando em conta as especificidades e as inúmeras potencialidades.
– Segundo: implementar e , manter instrumentos de desenvolvimento sustentável do litoral nacional, da Lei do Litoral e Plano Nacional.
Contribuir no sentido de alcançar o equilíbrio entre o rápido desenvolvimento dessas áreas e exigências de proteção e valorização do potencial dentro de uma economia marítima nacional, geradora de riqueza e oportunidades de emprego.
Terceiro: Ampliar o escopo do programa de centros rurais emergentes, do mecanismo capaz de gerenciar a expansão urbana e mitigar seus impactos negativos.
Tais centros emergentes podem ainda formar um elo eficaz para aproximar os serviços administrativos, sociais e econômicos dos cidadãos das áreas rurais.
Caros representantes parlamentares
O ano seguinte será repleto de projetos e desafios.
Esperando que todos, governo e parlamento, maioria e oposição, mobilizassem suas energias e capacidades e priorizasse interesses supremos da nação e dos cidadãos.
Que Deus os proteja, mantenha a um nível de confiança , de responsabilidade e da integridade, com comprometimento e abnegação em prol de servir à nação.
Como Deus Todo-Poderoso disse: “ quem fizer o bem, o verá, e quem fizer o mal, o verá.” As palavras de Deus são verdadeiras. E que a paz, a misericórdia e bênçãos de Deus estejam com vocês.
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