O povo marroquino comemora, amanhã, quinta-feira, 20/08/2026, o 73º aniversário da Revolução do Rei e do Povo, um momento crucial da luta nacional e da libertação do jugo colonial; motivo da restauração da soberania nacional; da unidade do Trono e do povo em prol da defesa dos valores sagrados, princípios e da identidade nacional.
Este aniversário ocupa um lugar de destaque na memória nacional, da longa história de resistência e luta nacional travada pelos marroquinos face a imposição do protetorado, 1912; das ambições coloniais em termos de batalhas heróicas do Reino, caso da Batalha de El Herri, nas montanhas do Médio Atlas, 1914; e Anoual na região do Rif, 1921- 1926; e Bougafer, Ouarzazate; além de Jbel Badou, Errachidia, 1933; entre outras batalhas de resistência, e do compromisso dos marroquinos pela liberdade; contra a presença colonial.
Para a resistência armada, a ação nacional e política foi a mobilização, a disseminação da consciência nacional e a defesa dos direitos legítimos do povo marroquino, rumo a apresentação do Manifesto da Independência;11 de janeiro de 1944; um ponto de virada decisivo na luta nacional, na unidade e movimento nacional de reivindicação da liberdade e independência de Marrocos.
Razão da visita de Sua Majestade o falecido Rei Mohammed V a Tânger, 9 de abril de 1947, através do discurso histórico, das aspirações de Marrocos à independência e à unidade nacional, constituindo um ponto de virada significativo na escalada da luta nacional, da posição da Coroa; da personificação das aspirações do povo marroquino; defensores da soberania e unidade.
Tratando-se do nacionalismo e da coesão da Coroa, do movimento nacional e do povo marroquino, face às autoridades do protetorado, da política de repressão e manipulação; 20 de agosto de 1953, levando ao exílio do herói da libertação e independência, da resistência, Sua Majestade o falecido Rei Mohammed V, a família real; dada a crença no símbolo da soberania nacional; da resistência e unidade marroquina.
Para a ação colonial; o povo marroquino não deixou de se levantar no reino, dada a resistência e auto sacrifício, face ao ato do exílio a faísca incendiadora da luta nacional e estreito vínculo entre o trono e o povo.
Nesse contexto, os patriotas e combatentes da resistência; mártires do país, dos quais Allal Ben Abdellah, motivo da heroica operação; 11 de setembro de 1953; Mohamed Zerktouni e companheiros das células de resistência de Casablanca, faça as operações das autoridades de ocupação, dos combatentes da resistência das cidades e de vilarejos marroquinos, na direção da luta consistente do Exército de Libertação no norte do Reino, outubro de 1955.
Para o povo marroquino, a resistência, as autoridades; a vontade do trono e do povo, foi motivo do retorno da Sua Majestade, o falecido Rei Mohammed V, e a família real ; à pátria, 16 novembro de 1955, razão da independência do Reino ; da construção de um Estado independente e desenvolvimento econômico e social; consolidando da soberania nacional; processo da integridade territorial do Reino; onde a Majestade falecido Rei Hassan II, e seu venerado pai, líderes da luta e da unidade; de Tarfaya; 15 de abril de 1958 e Sidi Ifni ; 30 de junho de 1969, culminando com a triunfante Marcha Verde; 1975, abordagem sábia e civilizada da luta pacífica; da restauração dos direitos usurpados; . da saída do último soldado estrangeiro do Saara marroquino : 28 fevereiro de 1976; e finalmente da recuperação da região de Oued Ed-Dahab; 14 de agosto de 1979.
Tal Revolução do Rei e do Povo tornou-se epopeia de libertação do colonialismo e restauração da soberania, dos valores da trajetória de Marrocos sob a sábia liderança de Sua Majestade o Rei Mohammed VI, da construção contínua de um Marrocos moderno e progressista, dos alicerces do desenvolvimento econômico e social, bem como do fortalecimento da posição regional e internacional do Reino e da defesa de sua unidade, integridade territorial e interesses supremos.
Finalmente; este aniversário nacional constitui uma oportunidade para recordar as profundas lições desta luta épica, dos valores do patriotismo, do sacrifício, da lealdade e da adesão a princípios fundamentais, da inspiração da construção e desenvolvimento de defesa dos interesses supremos do Reino, do vínculo duradouro; entre o Trono e o povo, ao longo da história moderna de Marrocos, em termos de unidade, de estabilidade e soberania; bem como da Revolução do Rei e do Povo, dos épicos e sacrifícios, da memória histórica nacional; e das gerações futuras e vitórias dos marroquinos, sob a liderança do glorioso Trono Alauíta, base da liberdade, da independência e unidade para o futuro do Reino e das conquistas e posição.
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