Num artigo de opinião publicado no site oficial do Sindicato dos Jornalistas Peruanos, Sanchez Serra considerou a reafirmação da "assinatura de grande significado diplomático", refletindo o "forte apoio à iniciativa de autonomia, apresentada pelo Reino de Marrocos, 2007 a ONU, como única base de uma solução definitiva, justa e duradoura perante um conflito artificial" em torno do Saara Marroquino.
O autor do artigo explicou que o Marrocos tem sido o primeiro país do mundo a reconhecer a independência dos Estados Unidos em 1777, tal fato fundamental foi a base das relações bilaterais e de respeito mútuo, em termos de cooperação estratégica e da visão compartilhada de estabilidade regional.
Considerando essa aliança motivo de uma série de acordos, acordo de livre comércio, de cooperação diplomática contínua e de consenso geopolítico transcontinental. Lembrando do apoio renovado de Washington ao plano de autonomia marroquino o que não é uma exceção, acompanhando os "mais de 100 países em torno do mundo reconhecem esta iniciativa de autonomia de Marrocos, como 'solução definitiva a mais séria, crível e realista', face a este conflito saariano ".
Cerca de 30 países abriram consulados em Laayoune e Dakhla, objeto do reconhecimento da soberania do Marrocos sobre o Saara.
Tal impulso internacional reflete de fato a ideia de que "o Marrocos não está sozinho e sua proposta apoia uma solução legítima de estabilidade e paz".
Tendo destacado o rol do Marrocos, sob a liderança de Sua Majestade, o Rei Mohammed VI, tornou-se um importante ator geopolítico, Sánchez Serra saudou "o papel do Reino na estabilidade da África e da capacidade de dialogar com potências globais, a título do pilar de equilíbrio na região de muitas tensões e divisões".
Referindo-se à posição de seu país, o Peru, Sánchez Serra considerou que a hora chegou para Lima mudar de posição e se juntar-se a esse movimento internacional, apoiando a proposta de autonomia marroquina.
O jornalista peruano também destacou o apoio do Marrocos, não apenas como um ato diplomático, mas sim como um gesto consistente na história, e expressão de solidariedade a um país, parceiro confiável e defensor da estabilidade regional e soluções pacíficas.
Finalizando ao dizer que esse apoio ao Marrocos também representa o reconhecimento da liderança de Sua Majestade, o Rei Mohammed VI, cuja visão de desenvolvimento, de integração e de modernidade, transformador do Marrocos como ponte entre a África, a Europa e o mundo árabe.
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